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O editor do blog acima me convidou para uma visita e fiquei impressionado.
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Um blog muito bem feito, sobre Cardiologia, com imagens , textos e interação com o leitor.
Vale pela adicionar aos favoritos!
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sexta-feira, fevereiro 18, 2011
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
Doppler de Carótidas: Pense e aja como um Radiologista
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Ao ensinar o método de Doppler de Carótidas para Ecocardiografistas, duas pequenas diferenças entre eles e os Radiologistas saltam aos olhos.
Ecocardiografistas fazem o exame sem olhar repetidamente para o transdutor-paciente-posição. E fazem movimentos mais amplos de giro e inclinação do transdutor.
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Na região cervical, é fundamental saber a todo instante onde está o transdutor e qual ângulo do "gume".
E por se tratar de vasos pequenos, em relação ao coração, mínimos movimentos já saem do plano da imagem!
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Outro detalhe muito importante.
O Ecocardiografista evita encostar no paciente, o Radiologista apóia o braço e a mão sempre que necessário. E isso é uma boa técnica!.
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Recebemos vários Ecocardiografistas que já fizeram cursos de Carótidas mas não têm segurança de realizar o exame.
Não importa onde você fez o treinamento, adicione essas 3 informações ao seu exame:
- Olhe a todo instante para o paciente e o trandutor.
- Faça movimento finos e beeeem lentos, nada de mudanças bruscas.
- Apóie a mão ou braço no paciente.
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É isso e faça um bom exame.
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Ao ensinar o método de Doppler de Carótidas para Ecocardiografistas, duas pequenas diferenças entre eles e os Radiologistas saltam aos olhos.
Ecocardiografistas fazem o exame sem olhar repetidamente para o transdutor-paciente-posição. E fazem movimentos mais amplos de giro e inclinação do transdutor.
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Na região cervical, é fundamental saber a todo instante onde está o transdutor e qual ângulo do "gume".
E por se tratar de vasos pequenos, em relação ao coração, mínimos movimentos já saem do plano da imagem!
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Outro detalhe muito importante.
O Ecocardiografista evita encostar no paciente, o Radiologista apóia o braço e a mão sempre que necessário. E isso é uma boa técnica!.
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Recebemos vários Ecocardiografistas que já fizeram cursos de Carótidas mas não têm segurança de realizar o exame.
Não importa onde você fez o treinamento, adicione essas 3 informações ao seu exame:
- Olhe a todo instante para o paciente e o trandutor.
- Faça movimento finos e beeeem lentos, nada de mudanças bruscas.
- Apóie a mão ou braço no paciente.
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É isso e faça um bom exame.
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quarta-feira, fevereiro 16, 2011
Examinadores da prova prátca
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Ano após ano, acontece desse jeito.
Alunos mandam a lista tríplice de examinadores do DIC para eu dar um palpite de qual escolher.
Alguns eu conheço pessoalmente mas a maioria não.
Quando eles retornam da prova, sempre quero saber detalhes e comportamento do examinador.
As opiniões abaixo são baseadas nos depoimentos dos alunos:
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Gosto muito do estilo do Heron de SP. Faz uma prova difícil, mas justa.
O Rodrigo, do Dante, é o melhor para alunos "tensos". Sempre simpático, faz uma prova também difícil, mas deixa o aluno bem tranquilo.
O Suaide é a simpatia em pessoa, alunos que fizeram com ele gostaram muito, apesar do medo de fazer prova com autor de livro e essas coisas.
A Claudia de SP também, sabe bastante e é gentil.
Marcelo Vieira é um dos melhores do Brasil, mas na prova não fica se mostrando e torna o exame bem agradável.
O Rubens de Rio Preto também é uma boa escolha.
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Fora de São Paulo, recomendo o Fabio Moreira de Porto Alegre.
José Eloy de Fortaleza.
A Colandy Godoy de Goiânia.
Em Minas, a Maria do Carmo.
No Paraná, Ana Cristina, sem dúvida.
Demóstenes, na Paraíba.
Joselina, de Aracaju, para terminar a lista com a mais simpática!
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Continuo aprendendo sobre os examinadores e aceito sugestões!
Esse serviço é sim, de utilidade pública.
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A prova de 2011 e os leitores
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A votação da prova 2011 foi encerrada após a perda de aproximadamente 50 votos por falha no sistema do blog.
Mesmo assim, podemos concluir que apenas 30% dos leitores já tem o título.
Alguns tentam várias vezes e outros nem se interessam.
Vamos ver como será a desse ano.
Espero uma aprovação de 40 a 50%...
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A votação da prova 2011 foi encerrada após a perda de aproximadamente 50 votos por falha no sistema do blog.
Mesmo assim, podemos concluir que apenas 30% dos leitores já tem o título.
Alguns tentam várias vezes e outros nem se interessam.
Vamos ver como será a desse ano.
Espero uma aprovação de 40 a 50%...
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segunda-feira, fevereiro 14, 2011
A incrível bicicleta Echotalk para ecostress com a mão direita
O colega Lamberto Sales fez o curso de ecostress e usa o braço direito!
Usou a cabeça, 400 reais e a bicicleta ficou assim. Pode copiar.
Agora só não faz Eco de esforço quem for ruim da cabeça!
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Usou a cabeça, 400 reais e a bicicleta ficou assim. Pode copiar.
Agora só não faz Eco de esforço quem for ruim da cabeça!
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O velho PHT da Mitral.
Mitral valve area by the pressure half-time method does not correlate with mean gradient in mitral valve repair patients
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Methods and results Forty-two patients with a repaired mitral valve were identified. Mitral valve area was calculated by both the pressure half-time method and the continuity equation. The two mitral valve areas were then directly compared and also correlated with mean gradient. The two mitral valve areas were significantly different from one another with a mean of 1.81 ± 0.53 cm2 by continuity equation and 2.65 ± 0.69 cm2 by pressure half-time. The continuity equation correlated well with mean gradient (ρ = −0.63), whereas the correlation for pressure half-time was weak (r = −0.08).
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Conclusion A non-linear, inverse correlation was found between mitral valve area by the continuity equation and mean gradient. No correlation was found between the pressure half-time method for mitral valve area and mean gradient. The continuity equation likely provides a better estimate of mitral valve area in repaired mitral valves.
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The actual burden of iatrogenic mitral stenosis, following a mitral valve repair, is likely related to the aetiology of the mitral insufficiency, the repair strategy employed, and the size of the annuloplasty product implanted. Incorporating this information into the echocardiography report, along with mean gradient and mitral valve area by the continuity equation, will likely provide an improved understanding of the performance of a repaired mitral valve.
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Uma boa pergunta é por que?
Sim, por que após a plastia mitral o PHT passa a funcionar mal?
Já sabemos que para próteses, o PHT também não é eficiente.
Será que a abordagem do anel mitral mexe com a curva de enchimento ventricular e altera o PHT...
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A hora e a vez dos Ultraportáteis.
The use of pocket-size imaging devices: a position statement of the
European Association of Echocardiography
Pocket-size imaging devices are a completely new type of echo machines which have recently reached the market. They are very cheap, smartphone-size hand-held echo machines with limited technical capabilities. The aim of this European Association of Echocardiography (EAE) position paper is to provide recommendations on the use of pocket-size imaging devices in the clinical arena by profiling the educational needs of potential users other than cardiologists experts in echo. EAE recommendations about pocket-size imaging devices can be summarized in:
(1) pocket-size imaging devices do not provide a complete diagnostic echocardiographic examination. The range of indications for their use is therefore limited.
(2) Imaging assessment with pocket-size imaging devices should be reported as part of the physical examination of the patient. Image data should be stored according to the applicable national rules for technical examinations.
(3) With the exception of cardiologists who are certified for transthoracic echocardiography according to national legislation, specific training and certification is recommended for all users. The certification should be limited to the clinical questions that can potentially be answered by pocket-size devices.
(4) The patient has to be informed that an examination with the current generation of pocket-size imaging devices does not replace a complete echocardiogram.
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As regras estão postas:
1) Esta claro que o exame não é completo.
2) É chamado ecoscópio por isso.
3) O treinamento é fundamental, mas não precisa ser ecocardiografista completo, pois o aparelho é incompleto.
4) Por enquanto, é necessário.
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sábado, fevereiro 12, 2011
Prova do Título
Um negócio da China?
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Mindray was founded in 1991 in Shenzhen, China, with a mission to deliver high-quality, competitively priced medical devices to make healthcare more accessible and affordable around the world.
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Os mais jovens não acompanharam essa história, mas nos anos 70 e 80, o Japão era o país em ebulição industrial, como a China é hoje.
Com mão de obra barata e jornadas de trabalho extensas, o custo de produzir na ilha japoneza era muito baixo. Então as empresas multinacionais passaram parte de seu parque industrial para lá, terceirizando a produção de bens pesados, inicialmente, e depois de produtos com tecnologia maior.
Eles aprenderam a fabricar e começaram a montar suas próprias multinacionais. Com custo baixo, tomaram o mercado mundial e mergulharam os EUA em desemprego. Filmes da época retratavam, na visão dos americanos do norte, os japoneses como causadores da decadência americana.
Então a economia japonesa estacionou por uns 10 anos, estagflação, seu custo de produção subiu, os salários subiram e a jornada de trabalho diminuiu. Mas eles tinham acumulado tanto dinheiro que acabaram adquirindo negócios em todo o mundo e ainda estão muito bem.
Vejo agora que as grandes produtoras de aparelhos de ultrassom estão fabricando na China. E o custo é baixo mesmo, por baixos salários, jornadas extensas, política ambiental frouxa...
E não é que a história se repete? Os fabricantes chineses para as grandes multinacionais aprenderam a fazer e produzem suas próprias máquinas, um tanto quanto “parecidas” com as americanas e européias...
Bem, a Toyota levou bem uns 20 anos para sair da condição de prima pobre dos automóveis para se tornar líder mundial.
Mas aconteceu!
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quinta-feira, fevereiro 10, 2011
Aterosclerose subclínica antes do evento maior.
Assessing the Role of Circulating, Genetic, and Imaging Biomarkers in Cardiovascular Risk Prediction
Circulation. 2011;123:551-565
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Carotid Intima-Media Thickness
Because elevated IMT probably predates atherosclerotic plaque, it can be viewed as an earlier biomarker of subclinical atherosclerosis than coronary calcium.
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Despite the limitations of current cardiovascular biomarkers, it is worth recognizing the tremendous progress in the field that has taken place over the past decade, spanning experimental studies, epidemiological investigations, and clinical trials. Furthermore, the pace of biomarker discoveries is likely to accelerate in coming years, with the maturation of technologies such as proteomics, metabolomics, and transcriptomics. Such approaches may be particularly useful for identifying biomarkers in different pathways from those represented by existing biomarkers.
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Como todo novo conhecimento, o entendimento da Aterosclerose e Inflamação ainda está em desenvolvimento.
Sendo assim, o achado de Aterosclerose subclínica precisa mostrar vantagens para o paciente. Aí, pode levar muito tempo...
Lembrem-se que o Colesterol levou 20 anos desde sua descrição como causador de Aterosclerose e a utilização prática desse conhecimento.
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Esse achado subclínico (IMT), para ter valor de fato, deve ser tratado, mostrar redução e essa redução se correlacionar com uma evolução com menos eventos cardiovasculares.
Certo, mas como se trata a evolução da Aterosclerose ?
Com estatinas????
Nem em sonho. As estatina só diminuem os eventos, nenhuma redução da Aterosclerose foi efetiva.
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Então, não sabendo reduzir a Aterosclerose, como vamos reduzir o marcador estrutural IMT?
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Só a cirurgia Bariátrica reduz o IMT. Mas seu uso é restrito.
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Então fica essa história de novos estudos, trials clínicos e por aí vai...
Quando vamos ter uma medida terapêutica que reduza significativamente as lesões das camadas das artérias e aí, usando essa medida milagrosa, vamos saber se medir o IMT, tratar a artéria e depois verificar a redução, é útil para o paciente?
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Diagnósticos Modernos...
Colega me questionou essa semana sobre um ecocardio com VE com DD 75 mm, DS de 58, Septo e PP de 9 mm onde foi tudo descrito: dilatação de ve, redução da função sistólica, disfunção diastólica...Mas na conclusão não constava HIPERTROFIA EXCÊNTRICA (?!).
Questionei de volta:
- Qual o impacto clínico desse diagnóstico? Será que não confundiria mais o clínico? Mudaria o tratamento?
Também gosto de fazer do método uma arte, mas prefiro fazer arte para o povo...
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
A longa cruzada nacional do Eco de Esforço
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A visão nacional do Ecostress têm que mudar.
Não por desejo individual ou de minorias.
Está escrito. E desde de 2003...
Leia acima os slides e conclua conosco:
- O Eco de esforço é a modalidade de diagnóstico de isquemia miocárdica preferencial.
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Muitos palestrantes não sabem ou nem tentaram realizar o Eco de Esforço.
Não desistam sem tentar e nem ensinem sem vivenciar.
Não existe limite de idade para o ecocardiografista de esforço!
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terça-feira, fevereiro 08, 2011
RECORDAR É PRECISO 5
HIPERTROFIA SEPTAL ASSIMÉTRICA PODE CAUSAR OBSTRUÇÃO MUSCULAR DINÂMICA DE VIA DE SAÍDA DO VE, COM ESPECTRO DE DOPPLER COM PICO TARDIO E GRADIENTE ELEVADO, CERTO?
PORÉM HIPERTROFIA CONCÊNTRICA OU REMODELAMENTO, COM VOLUMES SISTÓLICOS FINAIS PEQUENOS, PODEM CAUSAR PADRÕES SEMELHANTES DE ESPECTRO DE DOPPLER SÓ QUE CAPTADOS NO TERÇO MÉDIO E COM GRADIENTES BAIXOS...
segunda-feira, fevereiro 07, 2011
CUIDADO COM O PNEUMOLOGISTA
PASSEI A ESTIMAR A PRESSÃO MÉDIA DE TODOS (ATÉ NOS ABSOLUTAMENTE NORMAIS) E AGORA OS PNEUMOS MANDAM MUITO MAIS EXAMES PARA MIM...
ESCOLHA UMA FÓRMULA E CONQUISTE O SEU PNEUMO TAMBÉM:
PMAP= 79 - (TAC X 0,45)
PMAP= 90 - (TAC X 0,60)
domingo, fevereiro 06, 2011
RECORDAR É PRECISO 4

SENDO A INSUFICIÊNCIA PULMONAR RESPONSÁVEL POR APENAS 1,6% DAS INSUFICIÊNCIAS VALVARES SEVERAS, A MESMA FICA QUASE ESQUECIDA ATÉ PELOS GUIDELINES...
ALÉM DOS CRITÉRIOS CLÁSSICOS COMO:
- REFLUXO DE GRANDE ÁREA AO COLOR;
- REFLUXO COM SINAL INTENSO E DESACELERAÇÃO ABRUPTA MAIS ACENTUADA NO INÍCIO DA DIÁSTOLE;
- HIPERFLUXO SEM OUTRA CAUSA APARENTE;
LEMBREMO-NOS DOS MENOS COMUNS, QUE ÀS VEZES NOS CONFUNDEM OU ATÉ MESMO CAEM NO ESQUECIMENTO E PASSAM BATIDO NA ROTINA PESADA, MAS QUE FAZEM MUITO SENTIDO SE LEMBRAMOS DA BOA E VELHA HEMODINÂMICA:
- Refluxo holodiastólico (quando mais de 60% do fluxo regurgita);
- Refluxo laminar (em dilatação acentuada de tronco ou ausência congênita de valva pulmonar);
- Refluxo com pico de velocidade muito baixa (menos de 0,8 m/seg, quando o gradiente VD-AP ja está muito baixo);
- Abertura prematura da válvula pulmonar;
- Fechamento prematuro da valva tricúspide;
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