.
Confira aqui.
.
segunda-feira, fevereiro 28, 2011
Quem diminui a veia cava inferior?
The effect of breathing manner on inferior vena caval diameter
.
Conclusion During inspiration of equivalent tidal volumes, the reduction in IVC diameter and lower extremity venous return was related to diaphragmatic excursion, suggesting that the IVC may be compressed through descent of the diaphragm.
.
.
Algumas explicações são repetidas milhares de vezes, até parecerem verdade.
Aí aparece alguém com cabeça de cientista e comprova que uma delas está errada!
Sempre colocamos a diminuição da veia cava inferior como secundária às mudanças na pressão intratorácica e átrio direito.
Agora, no estudo acima, vemos que a inspiração torácica apenas, que muda as pressões, não é capaz de realizar a compressão da veia cava que vemos com a inspiração diafragmática.
.
Parece que uma força extrínsica, compressiva, é fundamental para a resposta que usamos para definir o volume intravascular.
.
Ao fazermos a manobra, devemos pedir ao paciente que respire com o abdome !
.
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
RECORDAR É PRECISO 7
Às vezes a anatomia pura e simples e o padrão de fluxo dos ramos carotídeos não resolvem a dúvida sobre em qual deles estamos (interno ou externo), certo?
Percussão temporal é uma manobra simples, fácil e quase sempre esquecida...
Se houver clara variação do sinal do doppler na porção diastólica do espectro, provavelmente é um ramo externo!
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
A manobra da "mola" para passagem da sonda transesofágica.
.
Após a Xylo spray, espere 5 minutos para o efeito.
Meça no paciente a distancia entre a boca e o começo da orelha e marque essa distância na sonda, mentalmente.
Entre com a sonda e sua ponta inclinada para baixo em 30 graus.
Após atingir a medida feita anteriormente, da distancia boca-orelha, retifique a ponta da sonda novamente, liberando-a dos 30 graus de inclinação.
Enfie lentamente a partir daí, pedindo para o paciente engolir de uma vez.
.
Essa manobra evita que ao encontrar o Palato, a sonda seja empurrada mais para baixo e se dirija à Glote, provocando incomôdo maior ao paciente.
Ao retificar a ponta da sonda, nessa altura, ela apontará para o Esôfago, que fica posterior.
.
Sempre que vejo alguém com dificuldades na passagem da sonda, fazemos a manobra da "mola' e tudo fica mais fácil.
.
Após a Xylo spray, espere 5 minutos para o efeito.
Meça no paciente a distancia entre a boca e o começo da orelha e marque essa distância na sonda, mentalmente.
Entre com a sonda e sua ponta inclinada para baixo em 30 graus.
Após atingir a medida feita anteriormente, da distancia boca-orelha, retifique a ponta da sonda novamente, liberando-a dos 30 graus de inclinação.
Enfie lentamente a partir daí, pedindo para o paciente engolir de uma vez.
.
Essa manobra evita que ao encontrar o Palato, a sonda seja empurrada mais para baixo e se dirija à Glote, provocando incomôdo maior ao paciente.
Ao retificar a ponta da sonda, nessa altura, ela apontará para o Esôfago, que fica posterior.
.
Sempre que vejo alguém com dificuldades na passagem da sonda, fazemos a manobra da "mola' e tudo fica mais fácil.
.
Strain 2D
The Value of 2D Strain Imaging during Stress Testing
You have free access to this content
Speckle tracking enables simultaneous evaluation of radial, longitudinal, and circumferential myocardial deformation. Recently, two-dimensional (2D) strain has been found to be as reliable as sonomicrometry for the assessment of left ventricular (LV) regional function. In the presence of inducible ischemia, longitudinal and circumferential abnormalities preceed the decrease in radial deformation. Optimal cutoffs have been obtained from 2D strain rate (SR) at peak dobutamine stress to predict coronary artery disease. However, 2D strain rate does not yet provide incremental accuracy to visual interpretation by experts. Speckle tracking strain could be useful to better identify contractile reverse and biphasic response of viable myocardium but there
are not yet clinical studies published in this setting. Preliminary results suggest that 2D strain obtained during exercise could be useful in asymptomatic patients with severe aortic stenosis or organic
mitral regurgitation (MR).
.
Com fator de impacto 1,4, a revista acima têm bons artigos e vale uma folheada eletrônica de vez em quando.
No artigo gratuito acima, descreve algumas utilizações para o Strain 2D.
.
Comprar uma máquina nova só por causa do Strain?
Ainda não.
.
You have free access to this content
EchocardiographyVolume 26, Issue 3 2009
Speckle tracking enables simultaneous evaluation of radial, longitudinal, and circumferential myocardial deformation. Recently, two-dimensional (2D) strain has been found to be as reliable as sonomicrometry for the assessment of left ventricular (LV) regional function. In the presence of inducible ischemia, longitudinal and circumferential abnormalities preceed the decrease in radial deformation. Optimal cutoffs have been obtained from 2D strain rate (SR) at peak dobutamine stress to predict coronary artery disease. However, 2D strain rate does not yet provide incremental accuracy to visual interpretation by experts. Speckle tracking strain could be useful to better identify contractile reverse and biphasic response of viable myocardium but there
are not yet clinical studies published in this setting. Preliminary results suggest that 2D strain obtained during exercise could be useful in asymptomatic patients with severe aortic stenosis or organic
mitral regurgitation (MR).
.
Com fator de impacto 1,4, a revista acima têm bons artigos e vale uma folheada eletrônica de vez em quando.
No artigo gratuito acima, descreve algumas utilizações para o Strain 2D.
.
Comprar uma máquina nova só por causa do Strain?
Ainda não.
.
Quem nunca comeu melado, quando come...
Nas reuniões da cardiologia, casos com ecocardiograma com esforço são frequentemente discutidos.
Mas agora temos uma novidade.
O Prof. Andrei Spozito faz parte do corpo de docentes da Cardiologia atual.
Com formação no Incor e domínio completo do tema coronariopatia, não estava habituado ao uso corriqueiro do ecostress de esforço.
E lá fazemos para tudo.
Coronárias, hipertensão pulmonar, valvopatias, hipertrofia septal assimétrica...
Quase todas as reuniões têm um caso com eco de esforço!
.
E não é que ele parece estar gostando?
.
segunda-feira, fevereiro 21, 2011
RECORDAR É PRECISO 6

Pouco usado na prática clínica, mas às vezes solicitado por algum clínico mais sagaz...
Pela lei de Laplace o Stres Parietal é dado pela fórmula S= P x r²/h, onde P= pressão sistólica (medida no manguito), r= raio sistólico do VE, h= espessura sistólica das paredes (média).
O Valor normal é de 160 +/- 32 mmHg.
Quiñones simplificou para S= P x r/h, com valor normal de 134 +/- 23 mmHg.
A grande corrida para os cursos de ecocardiografia
.
Inacreditável!
O número de escolas ou locais com cursos de Ecocardiografia quaduplicou nos últimos 5 anos.
E se espalharam pelo Brasil!
Caciques locais da Ecocardiografia se animaram a enfrentarem a concorrência de caciques nacionais já consagradas no ensino do método.
E devem ter procura em todos os locais pois o volume de Cardiologistas que querem virar executores aumentou em 10 vezes, no mínimo.
.
E isso é bom!
"Há 172 faculdades de medicina no país e cerca de 10 mil formandos por ano, mas nem todos fazem residência médica por causa da falta de vagas. No Estado, apenas 39% dos médicos fizeram residência."
.
Pelo menos 300 farão Cardiologia como área de atuação e metade deveria aprender ecocardiografia, pelo menos. (Na UNICAMP, 2/3 dos residentes vão para o Eco).
São pelo menos 150 médicos candidatos à alunos de um curso de ecocardiografia por ano...
.
Só vamos combinar uma coisa, para não estragarmos o método de imagem que nos mantém:
- Têm que ensinar Ecocardiografia para valer!
.
Inacreditável!
O número de escolas ou locais com cursos de Ecocardiografia quaduplicou nos últimos 5 anos.
E se espalharam pelo Brasil!
Caciques locais da Ecocardiografia se animaram a enfrentarem a concorrência de caciques nacionais já consagradas no ensino do método.
E devem ter procura em todos os locais pois o volume de Cardiologistas que querem virar executores aumentou em 10 vezes, no mínimo.
.
E isso é bom!
"Há 172 faculdades de medicina no país e cerca de 10 mil formandos por ano, mas nem todos fazem residência médica por causa da falta de vagas. No Estado, apenas 39% dos médicos fizeram residência."
.
Pelo menos 300 farão Cardiologia como área de atuação e metade deveria aprender ecocardiografia, pelo menos. (Na UNICAMP, 2/3 dos residentes vão para o Eco).
São pelo menos 150 médicos candidatos à alunos de um curso de ecocardiografia por ano...
.
Só vamos combinar uma coisa, para não estragarmos o método de imagem que nos mantém:
- Têm que ensinar Ecocardiografia para valer!
.
MESA: Só pode ser brincadeira!
Cardiovascular Imaging for Assessing Cardiovascular Risk in Asymptomatic Men Versus Women
The Multi-Ethnic Study of Atherosclerosis (MESA)
Circulation: Cardiovascular Imaging.2011; 4: 8-15
Carotid IMT Measurement
The carotid arteries were evaluated with high-resolution B-mode ultrasonography. Readings were performed centrally at the Department of Radiology, New England Medical Center (Boston, MA). Internal carotid IMT was measured at the level of the carotid bifurcation (common carotid artery bulb and proximal internal carotid artery), and common carotid IMT was measured over a distance of 10 mm proximal to the common carotid bulb. IMT measurement included plaque thickness. Maximal IMT of the internal and common carotid sites was measured as the mean of the maximum IMT of the near and far walls of the right and left sides. A composite z score for overall maximal IMT was created by summing the 2 carotid IMT sites (if both were measured) after standardization (subtraction of the mean and division by the SD of each measure) and then dividing by the SD of the sum. If only 1 of the 2 measures was available, it was used. The z score maximum IMT has a mean of 0 and an SD of 1.
.
Para comparar dois métodos de imagem,o mais correto é usar a metodologia mais empregada em ambos.
Veja que salada fizeram com o IMT para comparar com o Cálcio!
Lógico que foi inferior...
Isso me lembra um estudo comparando um Betabloqueador seletivo no pós infarto com outro Betabloqueador. Só que o "outro" era usado em subdose. Advinha quem foi superior?
.
Ressincronização ao Eco e ao Clínico
Assessment of Systolic Dyssynchrony for Cardiac Resynchronization Therapy Is Clinically Useful
.
.
PROSPECT trial: The vast majority of the LV dyssynchrony parameters ( echocardiography) evaluated in the study showed only modest ability to predict response to CRT.
.
30% dos indivíduos submetidos à terapia de ressincronização não apresentaram benefício.
Isso é uma margem de ineficiência muito alta para uma terapia tão cara e complicada!
.
E Ecocardiograma pode ajudar, algo ainda a ser provado, na seleção de pacientes mas mais ainda no entendimento da patologia e da proposta de terapia.
As causas de dissincronia devem ser levadas em conta, não podemos colocar todos os pacientes no mesmo grupo.
.
Mas será que o alvo é mesmo a fração de ejeção ou o volume sistólico final?
Todos sabemos que a Diástole é quem determina a melhora clínica do indivíduo.
Não é por acaso que o volume diastólico não aumenta nos casos com ressincronização, pois a Diástole melhora.
A melhora para atividades físicas se dá por queda nas pressões de enchimento, transmitidas aos capilares pulmonares.
.
Voltando nossas ferramentas novas de Strain para a Diástole, notamos o benefício.
Mas tratar disfunção diastólica é sempre dificil!
Daí a dúvida custo-benefício de um tratamento milionário.
.
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
OBSESSÃO

Recebo laudos de doppler de carótidas onde os colegas (quase sempre vasculares ou radiologistas) descrevem, no caso de ateromatose difusa, placa por placa nos comentários e conclusão.
Por exemplo:
- Placa ateromatosa, heterogênea, irregular em terço médio de carótida comum obstruindo 22% (?!!!) da luz do vaso.
- Placa ateromatosa, heterogênea, irregular em região bulbar obstruindo 28% (?!!!) da luz do vaso
- Placa ateromatosa, heterogênea, irregular em emergência de ramo externo obstruindo 22,5% (?!!!) da luz do vaso.
Eu descreveria:
Placas heterogêneas, irregulares esparsas não determinado estenoses significativas (e só!)...
Mas, cada um cada um!!!
Um blog de Cardiologia feito com o coração: Cardiopapers
.
O editor do blog acima me convidou para uma visita e fiquei impressionado.
.
Um blog muito bem feito, sobre Cardiologia, com imagens , textos e interação com o leitor.
Vale pela adicionar aos favoritos!
.
O editor do blog acima me convidou para uma visita e fiquei impressionado.
.
Um blog muito bem feito, sobre Cardiologia, com imagens , textos e interação com o leitor.
Vale pela adicionar aos favoritos!
.
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
Doppler de Carótidas: Pense e aja como um Radiologista
.
Ao ensinar o método de Doppler de Carótidas para Ecocardiografistas, duas pequenas diferenças entre eles e os Radiologistas saltam aos olhos.
Ecocardiografistas fazem o exame sem olhar repetidamente para o transdutor-paciente-posição. E fazem movimentos mais amplos de giro e inclinação do transdutor.
.
Na região cervical, é fundamental saber a todo instante onde está o transdutor e qual ângulo do "gume".
E por se tratar de vasos pequenos, em relação ao coração, mínimos movimentos já saem do plano da imagem!
.
Outro detalhe muito importante.
O Ecocardiografista evita encostar no paciente, o Radiologista apóia o braço e a mão sempre que necessário. E isso é uma boa técnica!.
.
Recebemos vários Ecocardiografistas que já fizeram cursos de Carótidas mas não têm segurança de realizar o exame.
Não importa onde você fez o treinamento, adicione essas 3 informações ao seu exame:
- Olhe a todo instante para o paciente e o trandutor.
- Faça movimento finos e beeeem lentos, nada de mudanças bruscas.
- Apóie a mão ou braço no paciente.
.
É isso e faça um bom exame.
.
Ao ensinar o método de Doppler de Carótidas para Ecocardiografistas, duas pequenas diferenças entre eles e os Radiologistas saltam aos olhos.
Ecocardiografistas fazem o exame sem olhar repetidamente para o transdutor-paciente-posição. E fazem movimentos mais amplos de giro e inclinação do transdutor.
.
Na região cervical, é fundamental saber a todo instante onde está o transdutor e qual ângulo do "gume".
E por se tratar de vasos pequenos, em relação ao coração, mínimos movimentos já saem do plano da imagem!
.
Outro detalhe muito importante.
O Ecocardiografista evita encostar no paciente, o Radiologista apóia o braço e a mão sempre que necessário. E isso é uma boa técnica!.
.
Recebemos vários Ecocardiografistas que já fizeram cursos de Carótidas mas não têm segurança de realizar o exame.
Não importa onde você fez o treinamento, adicione essas 3 informações ao seu exame:
- Olhe a todo instante para o paciente e o trandutor.
- Faça movimento finos e beeeem lentos, nada de mudanças bruscas.
- Apóie a mão ou braço no paciente.
.
É isso e faça um bom exame.
.
quarta-feira, fevereiro 16, 2011
Examinadores da prova prátca
.
Ano após ano, acontece desse jeito.
Alunos mandam a lista tríplice de examinadores do DIC para eu dar um palpite de qual escolher.
Alguns eu conheço pessoalmente mas a maioria não.
Quando eles retornam da prova, sempre quero saber detalhes e comportamento do examinador.
As opiniões abaixo são baseadas nos depoimentos dos alunos:
.
Gosto muito do estilo do Heron de SP. Faz uma prova difícil, mas justa.
O Rodrigo, do Dante, é o melhor para alunos "tensos". Sempre simpático, faz uma prova também difícil, mas deixa o aluno bem tranquilo.
O Suaide é a simpatia em pessoa, alunos que fizeram com ele gostaram muito, apesar do medo de fazer prova com autor de livro e essas coisas.
A Claudia de SP também, sabe bastante e é gentil.
Marcelo Vieira é um dos melhores do Brasil, mas na prova não fica se mostrando e torna o exame bem agradável.
O Rubens de Rio Preto também é uma boa escolha.
.
Fora de São Paulo, recomendo o Fabio Moreira de Porto Alegre.
José Eloy de Fortaleza.
A Colandy Godoy de Goiânia.
Em Minas, a Maria do Carmo.
No Paraná, Ana Cristina, sem dúvida.
Demóstenes, na Paraíba.
Joselina, de Aracaju, para terminar a lista com a mais simpática!
.
Continuo aprendendo sobre os examinadores e aceito sugestões!
Esse serviço é sim, de utilidade pública.
.
A prova de 2011 e os leitores
.
A votação da prova 2011 foi encerrada após a perda de aproximadamente 50 votos por falha no sistema do blog.
Mesmo assim, podemos concluir que apenas 30% dos leitores já tem o título.
Alguns tentam várias vezes e outros nem se interessam.
Vamos ver como será a desse ano.
Espero uma aprovação de 40 a 50%...
.
A votação da prova 2011 foi encerrada após a perda de aproximadamente 50 votos por falha no sistema do blog.
Mesmo assim, podemos concluir que apenas 30% dos leitores já tem o título.
Alguns tentam várias vezes e outros nem se interessam.
Vamos ver como será a desse ano.
Espero uma aprovação de 40 a 50%...
.
segunda-feira, fevereiro 14, 2011
A incrível bicicleta Echotalk para ecostress com a mão direita
O colega Lamberto Sales fez o curso de ecostress e usa o braço direito!
Usou a cabeça, 400 reais e a bicicleta ficou assim. Pode copiar.
Agora só não faz Eco de esforço quem for ruim da cabeça!
.
Usou a cabeça, 400 reais e a bicicleta ficou assim. Pode copiar.
Agora só não faz Eco de esforço quem for ruim da cabeça!
.
O velho PHT da Mitral.
Mitral valve area by the pressure half-time method does not correlate with mean gradient in mitral valve repair patients
.
.
Methods and results Forty-two patients with a repaired mitral valve were identified. Mitral valve area was calculated by both the pressure half-time method and the continuity equation. The two mitral valve areas were then directly compared and also correlated with mean gradient. The two mitral valve areas were significantly different from one another with a mean of 1.81 ± 0.53 cm2 by continuity equation and 2.65 ± 0.69 cm2 by pressure half-time. The continuity equation correlated well with mean gradient (ρ = −0.63), whereas the correlation for pressure half-time was weak (r = −0.08).
.
Conclusion A non-linear, inverse correlation was found between mitral valve area by the continuity equation and mean gradient. No correlation was found between the pressure half-time method for mitral valve area and mean gradient. The continuity equation likely provides a better estimate of mitral valve area in repaired mitral valves.
.
The actual burden of iatrogenic mitral stenosis, following a mitral valve repair, is likely related to the aetiology of the mitral insufficiency, the repair strategy employed, and the size of the annuloplasty product implanted. Incorporating this information into the echocardiography report, along with mean gradient and mitral valve area by the continuity equation, will likely provide an improved understanding of the performance of a repaired mitral valve.
.
Uma boa pergunta é por que?
Sim, por que após a plastia mitral o PHT passa a funcionar mal?
Já sabemos que para próteses, o PHT também não é eficiente.
Será que a abordagem do anel mitral mexe com a curva de enchimento ventricular e altera o PHT...
.
.
A hora e a vez dos Ultraportáteis.
The use of pocket-size imaging devices: a position statement of the
European Association of Echocardiography
Pocket-size imaging devices are a completely new type of echo machines which have recently reached the market. They are very cheap, smartphone-size hand-held echo machines with limited technical capabilities. The aim of this European Association of Echocardiography (EAE) position paper is to provide recommendations on the use of pocket-size imaging devices in the clinical arena by profiling the educational needs of potential users other than cardiologists experts in echo. EAE recommendations about pocket-size imaging devices can be summarized in:
(1) pocket-size imaging devices do not provide a complete diagnostic echocardiographic examination. The range of indications for their use is therefore limited.
(2) Imaging assessment with pocket-size imaging devices should be reported as part of the physical examination of the patient. Image data should be stored according to the applicable national rules for technical examinations.
(3) With the exception of cardiologists who are certified for transthoracic echocardiography according to national legislation, specific training and certification is recommended for all users. The certification should be limited to the clinical questions that can potentially be answered by pocket-size devices.
(4) The patient has to be informed that an examination with the current generation of pocket-size imaging devices does not replace a complete echocardiogram.
.
As regras estão postas:
1) Esta claro que o exame não é completo.
2) É chamado ecoscópio por isso.
3) O treinamento é fundamental, mas não precisa ser ecocardiografista completo, pois o aparelho é incompleto.
4) Por enquanto, é necessário.
.
sábado, fevereiro 12, 2011
Prova do Título
Assinar:
Postagens (Atom)

















