Cardiac Amyloidosis Mimicking Hypertrophic Cardiomyopathy With Obstruction: Treatment With Disopyramide
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A 71-year old-man presented with 4 posturally related syncopal episodes. He carried a diagnosis of asymptomatic hypertrophic cardiomyopathy (HCM) without obstruction based on an echocardiogram 7 years earlier. Echocardiography at the time of syncope evaluation demonstrated a hyperdynamic left ventricle with a septal thickness of ≈20 mm (an increase of 4 mm from an earlier echocardiogram), newly present systolic anterior motion of the mitral valve, and a peak left ventricular (LV) outflow tract gradient of 42 mm Hg at rest and 120 mm Hg with Valsalva maneuver .
He was referred for septal myectomy, and cardiac catheterization demonstrated nonobstructive coronary artery disease. An ECG showed low-voltage limb leads, unusual in HCM , and cardiac magnetic resonance imaging (MRI) revealed delayed gadolinium enhancement in the papillary muscles, transmural enhancement involving the basal lateral walls, and subendocardial enhancement of the basal, mid, and distal anterior walls. There was also extensive gadolinium uptake in the atrial walls . Because the cardiac MRI suggested an infiltrative process, a cardiac biopsy was performed. This demonstrated extensive amyloid infiltration . Immunohistochemistry was positive for transthyretin, but negative for amyloid A and κ/λ light chains. Genetic testing for common mutations associated with HCM was negative, and no transthyretin mutations were detected. A diagnosis of wild-type transthyretin cardiac amyloidosis (senile systemic amyloidosis) mimicking HCM with obstruction was made.
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Caso publicado no Circulation de idoso com suspeita de hipertrofia septal assimétrica(?) com obstrução dinâmica da via de Saída(???)
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As fotos do ecocardiograma não mostram pico tardio! Como pode ser dinâmico?
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O componente essencial da obstrução dinâmica é a tração do anel Mitral para a via de saída do VE, o que NÃO ocorre em idosos devido ao endurecimento e esclerose de todo o trígono, incluindo o anel Mitral.
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Aí alguém resolveu olhar o ECG...
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Lógico que pediram uma RM para ajudar a definir o Eco como um método falho.
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Era só olhar as fotos e dar uma passadinha no ECG para fechar o diagnóstico.
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sexta-feira, abril 13, 2012
quarta-feira, abril 11, 2012
Diastologia
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Artigo completo e obrigatório.
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Os livros de ecocardiografia americanos ainda não entenderam a Diastologia avaliada por Strain.
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Os artigos estão muito mais adiantados, mesmo artigos como esse de 2001.
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Em um passado muito distante...
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Em 2006 o contraste estava a pleno vapor.
Fizemos esse jornalzinho para divulgação.
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Mas isso já passou.
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terça-feira, abril 10, 2012
Vscan do S.U.S.
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Colega de Campinas envia vídeo em que um aparelho de ecocardiografia com mais de 15 anos resolve os casos no PS.
O paciente apresentava colabamento diastólico do VD e foi drenado.
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Cortesia do Dr. Morano.
segunda-feira, abril 09, 2012
Persistência da veia cava superior esquerda.
The persistence of a left-sided superior vena cava is the most common variant of systemic venous drainage. Increased utility of cardiac imaging, in particular cross-sectional techniques such as computed tomography and magnetic resonance (MR), will result in increased detection of the anomaly and its variants. Whilst in the typical form it is often haemodynamically insignificant, its discovery may have clinical significance nonetheless, and its mimics require exclusion. During cardiac development the anomaly results from a failure of the left anterior cardinal vein to obliterate. Recognized anatomical variants include the absence of the right superior vena cava and of an innominate bridging vein. Typical drainage is to the coronary sinus, dilatation of which may be the first hint to the anomaly. Clinical implications with respect to vascular access and arrhythmia are well described. A significant minority drain into the left atrium, potentially creating a haemodynamically significant lesion. Additionally, differentiation from anomalous left upper pulmonary venous drainage via a vertical vein is mandatory. A newly discovered variant runs an intra-atrial course with subsequent typical drainage, and if not recognized as such, may be confused with a left atrial mass.
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Left superior vena cava: revisited
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Tradutor Google:
A persistência de um lado esquerdo da veia cava superior é a variante mais comum de drenagem venosa sistêmica. Com o aumento da utilização de imagem cardíaca, técnicas transversais como a tomografia computadorizada e a ressonância magnética (RM), resultaram em aumento da detecção da anomalia e suas variantes. Embora, a forma típica é hemodinamicamente insignificante Muitas vezes, a sua descoberta pode ter significado clínico, no entanto, e exigir a exclusão. Durante o desenvolvimento cardíaco os resultados anomalia de uma falha da veia cardinal anterior esquerda para obliterar. Reconhecidos variantes anatômicas incluem a ausência da veia cava superior direita e ponte de veia inominada. Drenagem típico é o seio coronário com dilatação, do qual pode ser o primeiro sinal para a anomalia. Implicações Clínicas com respeito ao acesso vascular e Arritmia são bem descritas. Uma minoria significativa drena para o átrio esquerdo, potencialmente criando uma lesão hemodinamicamente significativa. Além disso, a diferenciação de anómala drenagem venosa pulmonar superior esquerda através de uma veia vertical é obrigatório. Uma variante recentemente descoberta executa um curso intra-atrial com drenagem posterior típico, e se não for reconhecido como tal, pode ser confundida com uma massa atrial esquerda.
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It is present in ∼0.5% of the general population, and up to 10% of those with established congenital heart disease
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About 90% of cases drain into the CS; alternative sites include the inferior vena cava, hepatic vein and LA.
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A cada duzentos ecos realizados, deveríamos fazer um diagnóstico de PVCSE.
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Então nossos colegas que fazem quatrocentos por mês deveriam ver dois casos.
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Pensem bem, dois casos por mês...
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Left superior vena cava: revisited
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Tradutor Google:
A persistência de um lado esquerdo da veia cava superior é a variante mais comum de drenagem venosa sistêmica. Com o aumento da utilização de imagem cardíaca, técnicas transversais como a tomografia computadorizada e a ressonância magnética (RM), resultaram em aumento da detecção da anomalia e suas variantes. Embora, a forma típica é hemodinamicamente insignificante Muitas vezes, a sua descoberta pode ter significado clínico, no entanto, e exigir a exclusão. Durante o desenvolvimento cardíaco os resultados anomalia de uma falha da veia cardinal anterior esquerda para obliterar. Reconhecidos variantes anatômicas incluem a ausência da veia cava superior direita e ponte de veia inominada. Drenagem típico é o seio coronário com dilatação, do qual pode ser o primeiro sinal para a anomalia. Implicações Clínicas com respeito ao acesso vascular e Arritmia são bem descritas. Uma minoria significativa drena para o átrio esquerdo, potencialmente criando uma lesão hemodinamicamente significativa. Além disso, a diferenciação de anómala drenagem venosa pulmonar superior esquerda através de uma veia vertical é obrigatório. Uma variante recentemente descoberta executa um curso intra-atrial com drenagem posterior típico, e se não for reconhecido como tal, pode ser confundida com uma massa atrial esquerda.
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It is present in ∼0.5% of the general population, and up to 10% of those with established congenital heart disease
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About 90% of cases drain into the CS; alternative sites include the inferior vena cava, hepatic vein and LA.
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A cada duzentos ecos realizados, deveríamos fazer um diagnóstico de PVCSE.
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Então nossos colegas que fazem quatrocentos por mês deveriam ver dois casos.
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Pensem bem, dois casos por mês...
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quinta-feira, abril 05, 2012
Título de Eco: Reserva de mercado é para quem não confia na sua capacidade.
Como fazer para diferenciar o ecocardiografista mais dedicado?
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Uma forma interessante de valorizar um método é qualificar quem o realiza.
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A consultoria Anderson constatou que os dois melhores sistemas educacionais do mundo (Finlândia e Coréia) tinham em comum a valorização do professor e a recuperação de alunos abaixo da média.
Suas escolas não excluem os alunos com baixo rendimento. Eles são dirigidos a cursos especiais para alcançarem a média.
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O que nosso DIC faz?
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Exclui a maioria dos candidatos, com uma nota média alta, e os deixa a própria sorte para tentar novamente.
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Por que só os residentes de um serviço paulistano de ecocardiografia (Muito bom, por sinal) têm direito a um curso preparatório dado por professores que dominam a teoria aplicada na prova?
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Caso o DIC queira assumir de verdade o papel de qualificador dos ecocardiografistas, ele deve promover um curso preparatório aberto a todos os candidatos inscritos.
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“Que se eleve, a cultura do povo” disse Maiakovski, quando foi acusado de ser incompreensível para as massas.
Título e a tese de reserva de mercado.
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Reserva de mercado: Funciona?
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Um colega ouviu da boca de um(a) presidente do DIC que a prova do título deve ser difícil pois representa uma reserva de mercado para os titulados.
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Falta entender o que é reserva de mercado.
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Mais da metade, algo como setenta por cento, dos exames nacionais são realizados por não titulados.
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Essa técnica de reservar mercado falha assustadoramente.
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Podemos sugerir o ganho maior?
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Os titulados, quando arrumam emprego, ganham o mesmo que os não titulados.
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Ganhei por dezoito meses o mesmo salário que os outros trinta ecocardiografistas de um grande laboratório das Américas. Dois terços não tinham título. Sei disso, pois os entrevistei.
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É preciso lembrar-se do interior do Brasil, onde título é lenda, a realidade é a habilidade de fazer o exame.
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Nenhum presidente recente do DIC trabalha no interior...
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Seria um diferencial para exibição?
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A menos que se imprima um Botton ou uma medalha, é impossível diferenciar os titulados em uma multidão.
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Continua...
quarta-feira, abril 04, 2012
Isso é Marketing, compadre!
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Propaganda muito boa dos postos Ipiranga me lembra o Strain no Eco Estresse.
Muito melhor que Galinha D´Angola!!!
Rsrsrs.
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O fim da ergometria em Campinas
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A ergometria na cooperativa de Campinas está próxima do colapso.
Pagando líquido e em média 50 reais, o método vai ser abandonado.
O custo envolve uma ou duas esteiras no total mínimo de 15 mil reais.
Para o exame, um local de 40 metros quadrados com pelo menos uma funcionária.
Custo mínimo mensal de 5 mil reais! Ou seja, 227 reais por dia.
Usados nos exames, eletrodos e papéis aumentam o custo em 5 reais por exame.
Com 30 exames por dia, são no mínimo 13 reais de custo por exame.
Sobram então 37 reais.
Como o prolabore da região fica em 30 reais, sobram no máximo 7 reais para pagar o investimento inicial.
São 2 142 exames para pagar o investimento. Ou 714 dias de trabalho.
São quase 3 anos de trabalho em dias úteis para pagar o investimento!
Strain é examinador e janela independente.
Impact of acoustic window on accuracy of longitudinal global strain: a comparison study to cardiac magnetic resonance
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Methods and results The study included 70 patients (57 ± 17 years, 64% men), 28 selected patients with a suboptimal image quality (IQ) defined by three or more segments (4 ± 3 segments/patient) with wall motion score not analysable visually and 42 patients with an optimal two-dimensional (2D) echocardiography IQ. Left ventricular ejection fraction (LVEF) by Simpson's biplane method (2D-EF), global-ɛ by speckle tracking, and peak systolic mitral annulus velocity [systolic tissue Doppler imaging (S-TDI)] were compared with LVEF by cardiac magnetic resonance (EF-CMR; 45 ± 18%, range 9–76%). Speckle-tracking analysis was feasible in all segments with an optimal acoustic window and in 85% (103/121) of segments poorly visualized. Global-ɛ similarly correlated with LVEF by CMR in patients with and without optimal IQ (r = 0.81 vs. 0.82 for good vs. poor IQ). In contrast, 2D-EF (r = 0.76) and S-TDI (r = 0.64) less correlated with LVEF by CMR in patients with a suboptimal IQ. Importantly, IQ only impacted on 2D-EF inter-observer reproducibility (9 ± 5 vs. 24 ± 22% for good vs. poor IQ) but not on global-ɛ reproducibility (9 ± 1 vs. 8 ± 7% for good vs. poor IQ).
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Conclusion In patients with a limited acoustic window, longitudinal strain by speckle tracking remains accurate and reproducible for assessing global and regional LV systolic function.
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Recado claro e direto: Você ainda não faz o Strain?
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Facebook: Grupo Ecocardiografia
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Você já faz parte da rede social Facebook?
Então peça para a Amanda aceitar sua entrada no grupo Ecocardiografia.
Hoje com 108 membros, parece um interessante canal de discussão.
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Elastografia.
Principles of ultrasound elastography
Peter R Hoskins
Edinburgh , UK
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Elastografia envolve a deformação do tecido seguida por formação de imagens do grau de compressão ou a extensão do tecido. Elastografia não estimar a rigidez do tecido, no entanto, a razão de tensão pode ser utilizada como um índice de rigidez substituto.
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Marcadores precoces do dano vascular podem ser procurados no sangue, nas imagens moleculares ou podem ser pesquisados nas características elásticas dos tecidos e vasos.
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Para quem é ecocardiografista, vale a pena ler o artigo completo do escocês acima.
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Peter R Hoskins
Edinburgh , UK
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Elastografia envolve a deformação do tecido seguida por formação de imagens do grau de compressão ou a extensão do tecido. Elastografia não estimar a rigidez do tecido, no entanto, a razão de tensão pode ser utilizada como um índice de rigidez substituto.
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Marcadores precoces do dano vascular podem ser procurados no sangue, nas imagens moleculares ou podem ser pesquisados nas características elásticas dos tecidos e vasos.
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Para quem é ecocardiografista, vale a pena ler o artigo completo do escocês acima.
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segunda-feira, abril 02, 2012
3D exige menos tempo de pele-transdutor.
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Aqui, diretriz de 3D.
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In the near future, the ability to acquire a single-heartbeat full-volume data set with higher temporal and spatial resolution, and live 3DE color Doppler imaging with a larger angle, should be feasible. All these will continue to enhance 3DE utility and efficiency in daily clinical practice.
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Na opinião do blog EchoTalk, já vale a pena, no sistema brasileiro de remuneração, a aquisição de uma máquina 3D(Full volume sem ECG) em serviços com mais de dois mil exames por mês.
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Eco com estresse farmacológico: Têm que saber indicar.
Prognostic Implication of Appropriateness Criteria for Pharmacological Pharmacologic Stress Echo Performed in an Outpatient Clinic
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984 (63%) patients had appropriate, 145 (9%) uncertain, and 423 (27%) inappropriate indication for stress echo
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Conclusions—Inappropriate indication for pharmacologic stress echo is common, being documented in about 1 of 4 patients evaluated in an ambulatory setting, and is associated with lower rate of positive results and better survival as compared to appropriate and uncertain indication.
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Na Itália, estudo mostra que 1/4 dos pedidos de ecos com estresse farmacológicos são inadequados!
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Como são pedidos sem razão, dão menos laudos positivos e marcam pacientes sadios.
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Em nosso hospital, todos os pedidos de farmacológicos precisam que ser discutidos com a equipe de ecocardiografia.
Assim evitamos exames de risco desnecessários.
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sexta-feira, março 30, 2012
Suaide e a Ecocardiografia: We speak portuguese.
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O novo livro do Carlos Suaide é uma grata surpresa.
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Em bom português, sua segunda edição deixa a primeira edição e a dos concorrentes no chinelo!
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A Edição atual conta com 60 capítulos, 1.069 fotos e 295 desenhos.Com relação à edição anterior, foram acrescentados cinco capítulos, 102 fotos e 37 desenhos.Todas as fotos foram tratadas em computação gráfica com o objetivo exclusivo de torna-las mais didáticas, preservando, com rigor, sua informação diagnóstica.Foram 60 capítulos, revisados e atualizados.
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A descrição acima não faz justiça a obra.
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São dois volumes.
E a qualidade das páginas e fotos é impressionante!
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Parabéns a editora que "arriscou" com um livro dessa qualidade gráfica no mercado nacional.
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Parabéns ao Suaide que resistiu a apenas atualizar a edição anterior.
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É um outro livro, muito superior.
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Capítulo a capítulo, autores nacionais conhecidos do leitor fazem aulas cuidadosas e extensas dos temas relevantes com fotos, figuras e gráficos em abundância.
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Sabe aqueles livros obrigatórios para a estante de quem dá valor ao conhecimento técnico?
Reserve um espaço grande, parcele a compra e bons ecos!
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quinta-feira, março 29, 2012
Pressão pulmonar: Formato do fluxo na VSVD
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Shape of the right ventricular outflow Doppler envelope and severity of pulmonary hypertension
Angel López-Candales and Kathy Edelman
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Conclusions Visual assessment of RVOT spectral signals demonstrates the presence of four dynamic patterns, independent of the aetiology of the pulmonary hypertension, that not only correlate with the severity of pulmonary hypertension, but also are useful in identifying a range of PASP with great accuracy that minimizes subjective interpretation. These simple visual assessments of RVOT Doppler signals can be done routinely when evaluating patients with pulmonary hypertension without the need of additional sophisticated equipment.
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Simples, fácil e rápido.
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Recordar é preciso: Convidados - PISA
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Apesar de todos os aparelhos permitirem o cálculo automático do volume regurgitante pelo método de PISA na regurgitação mitral nunca é demais saber - ou relembrar - os verdadeiros cálculas por trás do software que nos facilita muito a vida.
Cálculos na Regurgitação Mitral:
Volume Regurgitante VM = EROA x VTIRM
= [(PISA x Velocidade aliasing) / Vmax RM] x VTIRM
= Fluxo transmitral - DCreal
DCreal = Fluxo da CSVE = CSACSVE x VTICSVE
Fluxo transmitral = CSAVM x VTIVM
Fracção regurgitante = Volume regurgitante / DCtotal
EROA = (PISA x Velocidade aliasing) / Vmax de RM
= Vol regurg / Vmax de RM
VM – Válvula mitral
EROA – Área do Orifício Regurgitante Efectivo
RM – Regurgitação Mitral
DC – Débito Cardíaco
CSVE – Câmara de Saída do Ventrículo Esquerdo
CSA – Diâmetro
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Enviado por Ana Feijão (Portugal/Angola)
Ecostresse: Escute a opinião do Strain.
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Semana de goleada do Strain sobre o "velho" examinador de ecostresse!
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A máquina anda fazendo 3 pontos em um campeonato em que só perdia ou empatava.
Rsrs.
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quarta-feira, março 28, 2012
Finalmente. O Strain venceu!
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Finalmente um caso em que o Strain derrubou o examinador experiente.
Já estava dando isquemia quando o Strain revelou normalidade.
Revendo as imagens...
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O Strain estava certo!!!!
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Espessura das Carótidas: Está liberada para agir.
2.5.3 Carotid Intima-Media Thickness on Ultrasound
2.5.3.1 Recommendation for Measurement of Carotid Intima-Media Thickness
Class IIa
1 Measurement of carotid artery IMT is reasonable for cardiovascular risk assessment in asymptomatic adults at intermediate risk (240,241). Published recommendations on required equipment, technical approach, and operator training and experience for performance of the test must be carefully followed to achieve high-quality results (241). (Level of Evidence: B)
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2.5.3.1 Recommendation for Measurement of Carotid Intima-Media Thickness
Class IIa
1 Measurement of carotid artery IMT is reasonable for cardiovascular risk assessment in asymptomatic adults at intermediate risk (240,241). Published recommendations on required equipment, technical approach, and operator training and experience for performance of the test must be carefully followed to achieve high-quality results (241). (Level of Evidence: B)
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