domingo, abril 29, 2012
Dando a cara a tapa!
Blog
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Um blog (português brasileiro) ou blogue (português europeu)[1][2] (contração do termo inglês Web log, diário da Web) é um site cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos dos chamados artigos, ou posts. Estes são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, tendo como foco a temática proposta do blog, podendo ser escritos por um número variável de pessoas, de acordo com a política do blog.
Tipos
Existem diversos tipos de blogs atualmente. Entretanto é possível dividi-los em três grandes ramos:
Blogs pessoais
Os blogs pessoais são os mais populares, normalmente são usados como um gênero de diário com postagens voltadas para os acontecimentos da vida e as opiniões do usuário. Também são largamente utilizados por celebridades que buscam manter um canal de comunicação com seus fãs. Exemplos disso são os blogs de Marcelo Tas e Ivete Sangalo.
Blogs corporativos e organizacionais
Muitas empresas vêm utilizando blogs como ferramentas de divulgação e contato com clientes[10]. A empresa líder em blogs pelo mundo é a Microsoft com um total de 4500 blogs.
Blogs de gênero
Por fim há blogs com um gênero específico, que tratam de um assunto dominado pelo o usuário, ou grupo de usuários. Estes são os blogs com o maior número de acessos. Sendo que eles podem apresentar conteúdos variados, como humorísticos, notícias, informativos ou o de variedades, com contos, opiniões políticas e poesias.
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Os autores do Blog expressam suas opiniões pessoais em seus posts, sem medo de exposição pública.
Como ambos os colaboradores deste Blog, em especial, têm forte ligação acadêmica, paixão pelo ensino e considerável experiência no tópico principal, tentam manter um nível científico elevado no cotidiano.
Também usamos a mídia eletrônica para posicionamento político, pessoal e até um pouco de humor, quando possível!
Interagimos com os leitores e não temos medo de aprender com eles, coisa que certamente fazemos dado o alto nível dos mesmos no geral.
Pedimos, então, aos leitores igual responsabilidade.
Quem quiser falar mal, criticar e adotar posição contrária à nossa, pode...
Mas mostre a cara!!!
quinta-feira, abril 26, 2012
Eles estão chegando. Na contratilidade também.
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A New Method for Cardiac Computed Tomography Regional Function Assessment
Stretch Quantifier for Endocardial Engraved Zones (SQUEEZ)
Amir Pourmorteza, MSc,
Karl H. Schuleri, MD,
Daniel A. Herzka, PhD,
Albert C. Lardo, PhD and
Elliot R. McVeigh, PhD
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Aqui.
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Os soldados e as tropas especiais da ecocardiografia.
Alguns leitores manifestam um certo grau de preocupação com a popularização dos aparelhos de ecocardiografia, principalmente os portáteis.
Eles acreditam que os aparelhos nas mãos de médicos com baixo treinamento afetariam a credibilidade e o mercado de trabalho.
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Em nossa região, temos um serviço hospitalar de ecocardiografia que apelidamos de “Vietnã”............
São agendas lotadas de pacientes com muitas patologias.................
Compramos até um Vivid “i” para o local pois um “e” não daria conta!
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Enviamos nossos estagiários para lá quando eles estão começando a pensar que são “Ecocardiografistas”...........
A maioria cai na realidade............
Ser ecocardiografista de verdade é bem diferente de fazer eco de convênios!
Duzentos diagnósticos de PVM e HVE não o tornam ecocardiografista...............
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Lá é o Vietnã........
Só as forças especiais sobrevivem no clima hostil...
Soldados recrutados, nossos janelografistas, não sobrevivem.
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Fazer quinze exames complexos sem erro em quatro horas é tarefa para a elite da ecocardiografia.
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Você, ecocardiografista de verdade, não precisa temer por mercado ou espaço..........
Sempre vão precisar de alguém assim...............
Mesmo que o contratem sem saber, vão descobrir que não podem ficar sem você.
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Em um grande serviço de ecocardiografia das Américas, comecei no limbo, em uma clínica pequena no subúrbio.
Em seis meses estava trabalhando só na matriz.................
Outro, o Reinaldo, começou na Mooca, dois meses depois estava na Avenida Brasil. Foi o melhor ecocardiografista que conheci em São Paulo.
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Um chefe de serviço atual, na época ficou na geladeira por baixo desempenho...
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Isso é natural. Existirá a seleção............................
Sempre haverá mercado.
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quarta-feira, abril 25, 2012
terça-feira, abril 24, 2012
segunda-feira, abril 23, 2012
Os vórtices de Leonardo da Vinci
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Os vórtices que tanto nos atraem hoje, foram esboçados por Leonardo da Vinci.
Muito interessante.
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Vórtice a caminho: Vai ficar mais simples.
VFTa was obtained using the formula: 4 × (1 − β)/π × α³ × LVEF, where β is the fraction of total transmitral diastolic stroke volume contributed by atrial contraction (assessed by time velocity integral of the mitral E- and A-waves) and α is the biplane end-diastolic volume (EDV)1/3 divided by mitral annular diameter during early diastole.
Results Mean VFTa was 2.67 ± 0.8 in control subjects; reduced in HF, preserved EF HF, 2.21 ± 0.8; HF with reduced EF, 1.25 ± 0.6 (P< 0.001). It was not affected by age, gender, body surface area but was correlated positively with TD early diastolic myocardial velocities (E′, septal, r = 0.46; lateral, r = 0.43), systolic myocardial velocities (S′, septal, r = 0.47; lateral, r = 0.41), and inversely with the Tei index (r = −0.41); all Ps < 0.001. Sixty-two HF patients (49%) met the composite endpoint. VFTa of <1.32 was associated with significantly reduced event-free survival (Kaplan Meier log rank = 16.3, P= 0.0001) and predicted the endpoint with a sensitivity and specificity of 65 and 72%, respectively.
Conclusion VFTa, a dimensionless index, incorporating LV geometry, systolic and diastolic parameters, may be useful in the diagnosis and prognosis of HF
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Leia aqui o resumo e depois leia aqui o editorial.
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Todo novo parâmetro é complexo ao nascer. E vai sendo simplificado para o uso com o tempo.
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Quem estuda física e fisiologia, não consegue fazer um índice prático.
O Vórtice aguarda um ecocardiografista que entenda de fisiopatologia.
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sexta-feira, abril 20, 2012
Qualquer homem passa, mas um bom método fica.
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Outro dia conversei com um ex-residente do hospital que me contava animado:
- Estou trabalhando em Americana com Eco de esforço em bicicleta.
- Consigo fazer uns 10 por manhã.
- Você precisa conhecer o sistema deles, completou, é muito prático e rápido.
- O sistema de ergometria fica ao lado do aparelho de Eco e você mesmo controla.
- A funcionária já deixa o próximo paciente com os eletrodos e troca antes de você terminar o laudo!
- Você deveria fazer igual, aqui na UNICAMP.
Respondi, meio constrangido, que seria difícil colocar tantos equipamentos na sala pequena que usamos no HC...
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Eu montei o serviço de Americana que o residente citou, em 2002.
Foi meu primeiro serviço de eco de esforço, que decidi montar após ver uma aula da Professora Vera Marcia Gimenes.
Comprei uma bicicleta horizontal após testá-la na loja, com um Esaote SIM 5000.
Inicialmente, eram 20 exames por mês pedidos por um único médico.
Com 2 anos, eram 150 exames por mês e 14 médicos solicitantes.
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Montei mais 4 serviços iguais antes de ser convidado a repetir o método na UNICAMP.
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Participei diretamente da montagem de pelo menos 12 serviços de eco de esforço locais e indiretamente de mais 30 em outros estados.
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Hoje recebo, feliz, conselhos de usuários de meus antigos laboratórios, que ignoram a origem desse protocolo específico...
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Enquanto isso, nas capitais, grandes cursos de ecocardiografia ocupam 2 anos de seus alunos (Não remunerados) para soltá-los no mercado sem nenhum treinamento em eco de esforço em bicicleta...
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Uma ecocardiografista na Àfrica: Angola.
Pedi a nossa colaboradora Dra Ana Feijão que contasse como está a ecocardiografia em Angola. O país está em reconstrução após anos de guerra civil.
Abaixo:
Angola...
Eu vim de um país "europeu". Portugal com as suas dificuldades é um país com grandes avanços a nível da saúde. O hospital onde estava era virado para a investigação, trabalhava com topos de gama (Vivid 7 e vivid i na altura) tanto no hospital como na clínica. As patologias características: isquémica, cardiopatias hipertensivas controladíssimas, e as características doenças fibrocalcificantes (que apareciam nas conclusões do relatório como "doença" só por terem regurgitações ligeiras).
Cheguei a Angola e a realidade era completamente diferente!
Comecei por trabalhar num hospital central onde havia uma só sala de ecocardiografia, com um ecocardiógrafo - um Siemens ACUSON CV70 - , sem computador, onde só faziam ecos de manhã das 9 às 11 horas. Chegavam doentes gravíssimos a pé (apanhei um tamponamento cardíaco, uma rotura de SIV e um cor pulmonale, cada um com uma caminhada de horas para chegar ao hospital...) e as patologias mais características eram as miocardiopatias dilatadas e os cor pulmonale por HTP primárias.
Cardiopatias congénitas sempre uma constante, miocardiopatia dilatada peri-parto também... a tuberculose e os VIH positivos são uma realidade por cá com todas as consequências cardíacas que implicam e a hipertensão arterial tem uma incidência muito elevada. As cardiopatias hipertensivas são muito frequentes (uma média de 5 doentes em 15 por dia) e a hipertensão arterial é uma constante. Apanhamos todos os tipos de "corações hipertensos" e em todas as fases: insuficiência cardíaca diastólica, sistólica, hipertensiva dilatada, ... Recebo com muita frequência doentes com tensões arteriais na ordem dos 200/100 mmHg que - dizem - tomar a medicação de acordo com a ordem do médico. Um problema grave de saúde...
Estranhei encontrar poucos valvulares. Muito poucos...
Entretanto, com o desenvolvimento do nosso laboratório, continuamos a trabalhar apenas com uma sala e um aparelho, mas a apresentar uma estatística bem diferente. Começámos a responder mais rapidamente a pedidos externos e foram assim aparecendo patologias de ambulatório como cardiopatias hipertensivas em fases iniciais, algumas patologias valvulares reumáticas e uns exames normais muito de vez em quando.
Os doentes são muitos. De Luanda, da periferia de Luanda e das províncias onde não existem recursos humanos suficientes com certo tipo de formação.
Os recursos materiais são poucos. Luvas, máscaras, rolo de papel de marquesa, rolo de papel de impressora... têm que ser bem aproveitados tendo em conta que muitas vezes o stock termina e ficam contentores presos no porto de Luanda.
Computador nem sempre está presente e muitas vezes temos que fazer o relatório à mão. Porque mesmo fazendo no nosso PC pessoal fica a falta a impressora para imprimir os relatórios.
A área da investigação é pouco desenvolvida. Os estudantes de medicina vão dando os primeiros passos, mas logo que começam a trabalhar percebem que fica difícil dar tempo e atenção a esta área. Há poucos profissionais na área da saúde e os poucos que cá trabalham dão "assistência" a várias clínicas. Por exemplo, no meu caso, trabalho em 5 locais diferentes ao longo da semana.
Claro que toda esta realidade hospitalar nada se relaciona com a realidade de uma clínica ou hospital privado. Sobretudo os mais recentes que estão equipados com equipamentos de última geração e dos mais diversificados luxos.
Cumprimentos
Maioria apóia mudanças na prova do título.
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Todas as críticas podem ser feitas a uma pesquisa de site na internet.
Só não se pode ignorá-la.
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Abaixo, um figura representativa dos mentores da atual prova.
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quinta-feira, abril 19, 2012
Teimosia e a aceleração do fluxo na artéria pulmonar.
Journal of the American Society of Echocardiography
June 2011
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Ao ver os residentes medirem o tempo de aceleração na pulmonar, corrigi-os na hora. Era para ser feito na via de saída!
Fui questionado e a memória falhava...
Até encontrar o artigo abaixo, de 1983!!!!
É duro ficar velho e teimoso...
rsrsrs
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Carta aos capitães da nau desgovernada.
A cooperativa de Campinas têm 700 mil usuários e realiza 12 mil ecocardiogramas por mês.
O total de usuários de planos suplementares passa de 1 milhão na região e deveriam ser realizados 15 mil ecocardiogramas por mês.
E subindo sem parar.
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Como cada ecocardiografista realiza, no máximo, 700 exames por mês, o mercado comportaria 21 ecocardiografistas em tempo integral.
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São, de fato, 50 ecocardiografistas morando na região.
Isso dá uma média de 300 exames para cada.
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Em média, só meio período do dia é preenchido com o exame. O resto do dia ele trabalha como cardiologista.
Não vou contar os serviços públicos.
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Com os atuais ecocardiografistas da região, seria possível a execução de 35 mil exames por mês!
Mesmo assim, faltam de 5 a 10 profissionais no mercado hoje, para começarem a semana que vem.
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A sociedade ou entidade representativa dessa categoria precisa enxergar o óbvio:
Nossos ecocardiografistas trabalham como clínicos e nossos serviços precisam desesperadamente de novos ecocardiografistas.
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Fechar a torneira de formação e titulação só vai piorar o problema.
É preciso enxergar o país, estudar o interior, ser mais inteligente e menos egoísta.
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quarta-feira, abril 18, 2012
Recordar é preciso: Convidados - Confundidores de massa.
Estruturas que podem ser confundidas com massas...
na aurícula esquerda:
- seio coronário dilatado (veia cava superior persistente);
- raph entre a veia pulmonar superior esquerda e o apêndice auricular esquerdo;
- linha de sutura na aurícula esquerda depois de transplante cardíaco;
- “reverberação por calcificação junto ou na válvula aórtica ou por prótese valvular;
- aneurisma do septo interauricular;
na aurícula direita:
- crista terminalis;
- rede de Chiari;
- hipertrofia lipomatosa do septo interauricular;
- trabeculações no apêndice auricular direito;
- linha de sutura na aurícula direita depois de transplante cardíaco;
- fio de pacemaker;
- cateter de Swan-Ganz;
- cateter venoso central;
no ventrículo esquerdo:
- músculos papilares;
- falso tendão;
- trabeculação apical;
- calcificação do anel mitral;
no ventrículo direito:
- banda moderadora;
- músculo papilar;
- catéter de Swan-Ganz;
- fio de pacemaker;
… na válvula aórtica:
- nódulos de Arantius;
- Lambl’s excrescence;
- base das cúspides “cortada” tangencialmente;
na válvula mitral:
- corda tendinosa redundante;
- tecido mixomatoso da VM;
na artéria pulmonar:
- apêndice auricular esquerdo;
no pericárdio:
- tecido adiposo pericárdico;
- fibrina num derrame pericárdico organizado.
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Enviado por Ana Feijão. (Portugal/Angola)
terça-feira, abril 17, 2012
RM é importante e seu papel na Cardiologia deve ser reconhecido.
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Pesquisador da UNICAMP é bicampeão em congresso americano.
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Sua pesquisa com tamanho de mióciotos avaliados pela RM é notável.
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Esse blog só critica a RM quando ela é exposta como amplamente superior aos outros métodos, o que podemos discordar.
Ou quando passam do ECO para a RM sem consultar um ecocardiografista de verdade, como acontece na Europa e EUA.
Mas em certas perguntas, só a RM pode ser a resposta.
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O laudo tem que ter sentido!
segunda-feira, abril 16, 2012
Strain da Carótida e placas coronárias: Estamos no mesmo corpo
The relationship between mechanical properties of carotid artery and coronary artery disease
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Eur J Echocardiogr (2011)
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Strain and strain rate were negatively correlated with CIMT and were positively correlated with the number of risk factors. CIMT was significantly higher, and strain and strain rate were significantly lower in the CAD group (OR, 95% CI, P-value, CIMT: 23.23, 2.03–265.30, 0.011; strain: 0.51, 0.31–0.82, 0.006; strain rate: 0.01, 0.00–0.13, 0.001). However, after adjustment for cardiovascular risk factors, only strain and strain rate were significantly associated with CAD (OR, 95% CI, P-value, CIMT: 5.28, 0.28–99.84, 0.267; strain: 0.51, 0.30–0.88, 0.014; strain rate: 0.01, 0.00–0.42, 0.014). CAD severity, assessed by the number of stenosed coronary arteries, was also significantly correlated with strain and strain rate, but was not significantly correlated with CIMT.
Conclusion Both CIMT and CCA strain were associated with CAD. CAD severity and extent were correlated with strain and strain rate, but were not correlated with CIMT.
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Melhor que medir a espessura da Carótida é fazer a análise do Strain?
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Estudos enormes já demonstraram o valor da Espessura da Carótida para eventos cardiovasculares.
Para detectar doença coronária significativa, o achado de placas nas carótidas é mais relevante.
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Apesar do Strain se relacionar inversamente com a Espessura, parece que a elasticidade marca melhor a doença coronária.
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E o que tem a ver a elasticidade de uma artéria distante 10 a 30 cm do coração com as placas coronárias?
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Mais uma evidência da Aterosclerose como uma arterite difusa.
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Eur J Echocardiogr (2011)
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Strain and strain rate were negatively correlated with CIMT and were positively correlated with the number of risk factors. CIMT was significantly higher, and strain and strain rate were significantly lower in the CAD group (OR, 95% CI, P-value, CIMT: 23.23, 2.03–265.30, 0.011; strain: 0.51, 0.31–0.82, 0.006; strain rate: 0.01, 0.00–0.13, 0.001). However, after adjustment for cardiovascular risk factors, only strain and strain rate were significantly associated with CAD (OR, 95% CI, P-value, CIMT: 5.28, 0.28–99.84, 0.267; strain: 0.51, 0.30–0.88, 0.014; strain rate: 0.01, 0.00–0.42, 0.014). CAD severity, assessed by the number of stenosed coronary arteries, was also significantly correlated with strain and strain rate, but was not significantly correlated with CIMT.
Conclusion Both CIMT and CCA strain were associated with CAD. CAD severity and extent were correlated with strain and strain rate, but were not correlated with CIMT.
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Melhor que medir a espessura da Carótida é fazer a análise do Strain?
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Estudos enormes já demonstraram o valor da Espessura da Carótida para eventos cardiovasculares.
Para detectar doença coronária significativa, o achado de placas nas carótidas é mais relevante.
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Apesar do Strain se relacionar inversamente com a Espessura, parece que a elasticidade marca melhor a doença coronária.
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E o que tem a ver a elasticidade de uma artéria distante 10 a 30 cm do coração com as placas coronárias?
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Mais uma evidência da Aterosclerose como uma arterite difusa.
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