terça-feira, outubro 15, 2013

Prova da SBC: Para o caos, mais confusão.


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O que já era uma confusão completa, virou insolúvel!
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Agora quem passou(?) pode tentar outra prova de habilitação, como se tivesse passado. E sendo aprovado, pode não ser titulado por não ter passado de fato.
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Entenderam???!!!!!
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Endocardite dupla

Dobutamina induz Takotsubo ou Takotsubo é um Ecoestresse naturalmente induzido?

Takotsubo cardiomyopathy (left ventricular ballooning syndrome) induced during dobutamine stress echocardiography
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A standard dobutamine/atropine protocol had been used.

The patient developed central crushing chest pain, marked ST elevation, transient slowing of heart rate and left ventricular apical ballooning. She was admitted to the coronary care unit and received thrombolysis. Echocardiography showed no mitral regurgitation, normal pulmonary artery systolic pressure and no intraventricular gradient. Immediate troponin T was significantly raised and peaked at 6 h. The patient underwent coronary angiography the next day. This showed systolic left ventricular apical ballooning and no coronary lesions or vasospasm. A further contrast echo 2 weeks later showed complete resolution of the wall motion abnormalities.
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Quem faz Ecoestresse com Dobutamina cansa de ver gradiente intraventricular no meio do exame, principalmente com doses acima de 30mg/kg. A foto do ventrículo no momento do gradiente é um Takotsubo com detalhes!
Seria o gradiente elevado o causador da dilatação apical? Afinal, havendo gradiente haverá sempre um esforço muscular anormal.

segunda-feira, outubro 14, 2013

Ecocardiografia: Método de triagem?


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O ecocardiograma virou um exame de triagem que em breve estará em algum fluxograma?
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Em 2000 conheci uma das primeiras ecocardiografistas do brasil e figura indispensável do método em São Paulo.
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Dr. Salete afirmava que preferia comparecer a congressos gerais de cardiologia, ao invés dos específicos em ecocardiografia.
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"O Ecocardiografista deve se misturar e confraternizar com o cardiologista, para o bem da sua carreira e do método". Ela dizia isso há 13 anos atrás.
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Não é bom para o método virar uma sub-especialidade desprovida de verbas.
O dinheiro está nas grandes máquinas pois vender ecocardiógrafos perdeu o apelo econômico. Não espere ajuda dos grandes fabricantes na área.
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Quando nos distanciamos dos cardiologistas, perdemos espaço e importância.
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Os ecocardiografistas precisam frequentar os congressos gerais, andar pelos corredores e abraçar os conhecidos cardiologistas.
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As aulas com conteúdo de ecocardiografia devem ser básicas, didáticas e dirigidas ao clínico.
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Ainda dá tempo de salvar o método. Virar método de triagem é humilhante para uma área que já foi o sonho de diagnóstico na área de cardiologia.
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O que os cardiologistas sabem de ecocardiografia?


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Essas são as normas para o curso de cardiologia no entendimento de ecocardiografia.
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Poucos atingem esse nível de conhecimento do exame.
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Nos congressos, aulas de ecocardiografia são para ecocardiografistas ou não são didáticas para o método.
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Alguns diretores das sociedades colocam o ecocardiograma como arte.
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Será que esse elitismo não está relacionado a baixa confiança no métodos que o faz ser preliminar para RM e Tomo?
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sexta-feira, outubro 11, 2013

Aquecimento EUROECHO 2013


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Aqui aula muito boa.
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E agora, SBC????



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E agora?
Houve vazamento?
Então deve ser anulada.
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As sociedades e departamentos exibem orgulhosamente taxas de aprovação abaixo de 20% como mérito na titulação.
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Quem está dentro, não se importa com os 80% reprovados!
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E apontam essa reprovação como inciativa válida para a qualificação?
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A taxa de aprovação baixa assim revela mais uma prova inadequada ao ambiente do que um rigor regulatório...
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E o que é feito para melhorar a qualidade dos cardiologistas, congressos???
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Já que o médico continuará a atuar como cardiologista, mesmo sem o papel, quem vai realmente regular atuação do cardiologista no país?


terça-feira, outubro 08, 2013

segunda-feira, outubro 07, 2013

O futuro do Eco. O tempo passado e o tempo presente.

Aqui o artigo completo.
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Trechos:
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In fact, reduction in long axis function is often associated with normal wall thickening and with exaggerated amplitude of epicardial motion. In other words, a fall in long axis velocities may be accompanied by an increase in radial velocities and an overall preservation of global left ventricular ejection fraction (LVEF) in early disease [10]. Hence, a reduction in longitudinal s' appears to carry independent prognostic information beyond the impact of LVEF in hypertension [11], heart failure [12] and coronary artery disease [13]. The predictive utility of pulsed Doppler TDI is not restricted to ischaemia; for example, TDI not only falls before any change in LVEF in severe mitral regurgitation [14] but also predicts those patients in whom LVEF will fall following mitral valve replacement.
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3DE has become central to the assessment of valve structure and function. As mitral valve repair becomes more commonplace, accurate pre-operative imaging is vital to surgical planning. 2D transoesophageal echocardiography (TOE) has been the gold standard for mitral valve assessment because it provides high spatial resolution, but 3D transthoracic echocardiography is comparable [31]. 3D transthoracic echocardiography has a proven role in accurate planimetry of mitral and aortic stenosis, and is increasingly used in quantifying the severity of valvular lesions.
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There is extensive evidence to show that the use of contrast improves the accuracy and reliability of echocardiographic assessment of LV volumes and function
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As myocardial contrast echocardiography provides simultaneous assessment of wall motion and resting perfusion, it also adds significantly to the detection of acute coronary syndromes [42]. Since capillary integrity is a vital component of myocardial viability, loss of contrast intensity and reduction in myocardial blood flow is also an accurate measure of scar formation after myocardial infarction, with a predictive accuracy for recovery of function similar to that of gadolinium-enhanced CMR [41].

Esquentando o Sonovue

Aqui o texto
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Aqui mais um.
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Por fim, a regra aqui.
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Europeu 2013: 3D

Aqui lista de aulas
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A última fronteira? PISA 3D automático.
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sexta-feira, outubro 04, 2013

MySono U6 no congresso SBC


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A equipe de vendas da Samsung esteve bem ativa no congresso SBC.
Apesar de não comparecer ao evento, fiquei surpreso com o número de consultas enviadas por ecocardiografistas pedindo opinião do blog sobre a máquina.
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Testei a máquina uma vez no congresso de Eco mas nunca em uma rotina de exames.
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Mesmo assim, pareceu competidor para o Vivid "e" e M-Turbo. E apenas isso, por enquanto.
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quinta-feira, outubro 03, 2013

Cardiopapers: Manual de Cardiologia Jovem


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Aqui
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Confesso que quando soube do manual de cardiologia do blog Cardiopapers imaginei vários dinossauros da cardiologia repetindo aulas de congresso no formato impresso.
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Não poderia estar mais enganado!!!!
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É um livro de jovens cardiologistas para cardiologistas de todas as idades!!!
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Parabéns Cardiopapers.
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quarta-feira, outubro 02, 2013

SonoVue: Sim, nós temos contraste!!!


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ANVISA liberou o uso do SonoVue no Brasil.
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Agora só falta usarmos direito e não repetirmos os erros do LevoVist e Definity!!!
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Pelo bem da ecocardiografia nacional.(Caso fosse um vídeo, nesse momento tocaria o hino nacional)
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Recordar com Ana Feijão: Cálculo do Volume do Derrame


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Aqui o artigo
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Enviado por ana Feijão , Portugal/Angola.

Recordar com Ana Feijão: Tipos de rutura de valva


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Enviado por Ana Feijão . Portugal/Angola.

Duas de ouro, cinco de prata ou bronze


Aqui completo.
As regras quatro e cinco são mesmo especiais.

Ecocardiografia é boa demais para o volume ejetado.

Left Ventricular Stroke Volume Quantification by Contrast Echocardiography – Comparison of Linear and Flow-Based Methods to Cardiac Magnetic Resonance
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AQUI
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For echo, Stroke Volume was measured by Doppler and Teichholz methods. Cine-CMR was used for volumetric SV and LVEF quantification
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Echocardiography

Transthoracic echo was performed by experienced sonographers using commercially available equipment (General Electric Vivid-7, GE Healthcare, Waukesha, WI, USA; Philips ie33, Philips Ultrasound, Bothell, WA, USA) with phased array transducers. Images were acquired in apical and parasternal orientations in accordance with American Society of Echocardiography guidelines.18 LV flow (velocity time integral [VTI]) was assessed using pulsed-wave Doppler sampled in the LV outflow tract (LVOT), with parameters tailored to avoid signal artifact (i.e. aliasing) and optimize signal profile.
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Doppler: SV = LVOTAREA × VTILVOT, with LVOTAREA calculated based on LVOT diameter on 2D echo ([pi] × [diameter/2]2) and VTILVOT calculated using pulsed-wave Doppler.
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Overall, 142 patients underwent same day echo and CMR. On echo, mean SV by Conclusions: Teichholz and Doppler calculated SV yield similar magnitude of agreement with CMR., mean difference by Teichholz (Δ = −0.2 ± 14; P = 0.89) was slightly smaller than Doppler (Δ = −3 ± 14; P = 0.02), but limits of agreement were similar between CMR and echo methods (Teichholz: −28, 27 mL, Doppler: −31, 24 mL).
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Conclusions: Teichholz and Doppler calculated SV yield similar magnitude of agreement with CMR.
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Vocês leram isso no texto?
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On echo, mean SV by Teichholz (78 ± 17 mL) was slightly higher than Doppler (75 ± 16 mL; [DELTA] = 3 ± 13 mL; P = 0.02). Compared to SV on CMR (78 ± 18 mL)
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Até o Teichholz serve tão bem quanto a RM para calcular o volume ejetado!!!! E nós passamos horas por mês fazendo Simpson para a conta do volume ejetado...
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terça-feira, outubro 01, 2013