segunda-feira, setembro 17, 2012

Simplesmente VD.


Right ventricular outflow tract systolic excursion: a novel echocardiographic parameter of right ventricular function

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Methods and results RVOT_SE was measured using M-Mode echocardiography from the parasternal short-axis view at the level of the aortic valve, and was defined as the systolic excursion of the RVOT anterior wall.
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RVOT_SE was 9.6 ± 1.5 mm in the normal RV group and 1.7 ± 1.1 mm in the reduced RV group (P < 0.0001)
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Conclusion RVOT_SE is a novel, simple, and promising parameter for assessing RV function, and it is associated with poor survival.
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É tão simples que chega a ser engraçado.
Apenas medindo o movimento da parede do VD podemos definir a função.
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Em um mundo de Strain, 3D e Contraste, a simplicidade vence novamente.
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sexta-feira, setembro 14, 2012

O melhor do EUROECHO


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AQUI O MELHOR DO CONGRESSO DO ANO PASSADO.
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Assumindo o erro de ser 2D.


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Aqui, aula completa do congresso EURO 2012.
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Você não tem verba para comprar um 3D e os convênios não pagam o exame com valor diferenciado.
Tudo bem, a vida é assim.
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Errado é continuar pensando que o 3D não ajuda e que não vale a pena.
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Nobreak de verdade e adeus a assistência técnica.

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Na hora de comprar um aparelho, separe 5 mil para o Nobreak.
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Todas as linhas elétricas do Brasil variam a tensão minuto a minuto.
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Caso a fonte do seu aparelho queime, são 5 a 7 mil reais e quinze dias parados.
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Usamos o acima e nem lembro mais da última visita do técnico ...
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segunda-feira, setembro 10, 2012

Recordar é preciso: Fração de ejeção (Convidados)

Cuidados a ter:
- certificar-se que a via apical está bem "apanhada" (VE em forma de cone com visualização das valvulas mitral e tricúspide e aurículas)
- conseguir a melhor definição possível do endocárdio 
- a medição do volume sistólico e do volume diastólico devem ser calculados no mesmo ciclo cardíaco.
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Enviado por Ana Feijão
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Fonte: https://www.stanford.edu/group/ccm_echocardio/cgi-bin/mediawiki/index.php/Left_ventricle_systolic_function
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Entenda a dinâmica dos fluxos. Pode ser mais importante que o colesterol!


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Programa que permite interagir com os princípios de dinâmica dos fluxos no iphone.
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Agora que estudos colocam o angulo da carótida interna como fator de risco, é melhor entender o por que.
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Hemorragia intraplaca: Diferente e pior.


Sustained Acceleration in Carotid Atherosclerotic Plaque Progression With Intraplaque Hemorrhage

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Results  From 14 subjects who exhibited IPH at 54 months, 12 arteries were found to have developed IPH during the study period. The progression rates were –20.5 ± 13.1, 20.5 ± 13.6, and 16.5 ± 10.8 mm3/year before, during, and after IPH development, respectively. The progression rate during IPH development tended to be higher than the period before (p = 0.080) but comparable to the period after (p = 0.845). The progression rate in the combined period during/after IPH development was 18.3 ± 6.5 mm3/year, which indicated significant progression (p = 0.008 compared with a slope of 0) and was higher than the period before IPH development (p = 0.018). No coincident ischemic events were noted for new IPH.
Conclusions  The development of IPH posed an immediate and long-term promoting effect on plaque progression. IPH seems to alter the biology and natural history of carotid atherosclerosis. Early identification of patients with IPH may prove invaluable in optimizing management to minimize future sequelae.
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As placas de Carótidas são diferentes em sua composição e progressão.
O componente de hemorragia intraplaca (IPH)  é importantíssimo.
Estudo revelou até 40% do colesterol da placa proveniente das hemaceas aprisionadas nas hemorragias.
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Isso justifica, em parte,  o tratamento do colesterol circulante não ser tão eficiciente para Carótidas.
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Quando a hemorragia é detectada, por qualquer método, a chance de progressão da placa e de eventos desfavoráveis é maior.
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Agora, não se apresse em determinar a figura acima como hemorragia intraplaca ou colesterol, pode ser simplesmente elastina.

E quem se importa com a exatidão?



Assessment of Echocardiographic Left Atrial SizeHow Accurate Do We Need to Be?.LINK.Finally, it is pertinent to ask how much certainty is needed to conclude that the left atrium is enlarged, particularly when existing cut points are known to have predictive accuracy. Mor-Avi et al. (9) convincingly demonstrated that RT3DE more accurately measures LA volume than biplane 2DE. However, it is unclear whether the incremental benefit of RT3DE for LA volume measurement is valuable clinically. Stated another way, just how accurate do we need to be to be certain? .Sempre que o 3D acerta uma, um experiente colega desfaz o milagre..Só na ecocardiografia!.Na RM e Tomo, qualquer mudança de resolução de 0,001 mm é festejada como a cura das neoplasias!!!!.Só quando nascerem os ecocardiografistas 3D em tempo integral, essa ducha de água fria dos velhos ecocardiografistas secará..

Mathias e SBC : Tudo a ver! 2012



Duas oportunidades especiais de aprender com esse grande mestre internacional:


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Abaixo os diâmetros e áreas, agora é volume real.



Real-Time 3D Echocardiographic Quantification of Left Atrial VolumeMulticenter Study for Validation.LINK.
Results  3DE-derived LAV values showed higher correlation with CMR than 2DE measurements (r = 0.93 vs. r = 0.74 for maximal LAV; r = 0.88 vs. r = 0.82 for minimal LAV). Although 2DE underestimated maximal LAV by 31 ± 25 ml and minimal LAV by 16 ± 32 ml, 3DE resulted in a minimal bias of −1 ± 14 ml for maximal LAV and 0 ± 21 ml for minimal LAV. Interobserver and intraobserver variability of 2DE and 3DE measurements of maximal LAV were similar (7% to 12%) and approximately 2 times higher than CMR (4% to 5%). 3DE classified enlarged atria more accurately than 2DE (kappa: 0.88 vs. 0.71).

Conclusions  Compared with CMR reference, 3DE-derived LAV measurements are more accurate than 2DE-based analysis, resulting in fewer patients with undetected atrial enlargement.

quinta-feira, setembro 06, 2012

Vivid "e", "i" ou "q".

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No congresso, um simpático representante da marca me explicou finalmente as diferenças.
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Caso eu tenha entendido, é assim:
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O Vivid "e" segue o padrão do Vivid 3.
O Vivid "i" segue o padrão do Vivid 5.
E o Vivid "q" segue o padrão do Vivid 6, com  a vantagem significativa de aceitar o transdutor (muito bom) matricial.
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Agora sim, a Esaote é portátil e moderna.

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Fãs da Esaote, preparem seus bolsos.
Já regulamentado no Brasil, o verdadeiro portátil da marca italiana.
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Testei o aparelho e é muito bom.
Tela de matriz ativa e com rotação ampla.
Taxa de quadros alta mesmo com o ColorDoppler ligado.
Transdutor com boa definição e leveza.
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Peso e qualidade para uso em qualquer região do país.
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Vai de Siemesaote?

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O aparelho acima estava no estande da Siemens como solução portátil em ecocardiografia.
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Mas era um MyLab 30!
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Na Europa, eles têm um acordo de venda.
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Ecocardiografia em congressos internacionais. Dica pro D.I.C

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Mais da metade dos leitores do blog nunca foram a um congresso internacional de Eco.
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Só 14% vão regularmente.
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Conclusões possíveis:
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O D.I.C poderia organizar e facilitar a presença de brasileiros nos congressos internacionais, com algum tipo de subvenção e excursão.
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As fábricas de aparelhos poderiam custear a viagem de ecocardiografistas, como fazem o laboratórios.
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A internet mudou a necessidade de comparecer a congressos para atualização, isso é um fato. Mas o convívio e troca de experiências no grupo da excursão poderia unir a classe.
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Euro 2012: O 3D do Bolt é o SC2000.

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Desde 2009 vemos a mesma cena no 3D:
A Acuson Siemens tem um produto muito mais rápido, como o Bolt em relação aos outros corredores.
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Em 2012, ficou comprovado que o 3D é viável se for com o aparelho da Acuson.
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Como?
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Primeiro, faz o 3D sem E.C.G. No Brasil, isso é fundamental.
Segundo, faz as medidas de modo M de modo automático por reconhecimento das bordas.
Terceiro, faz as medidas de Doppler 3 vezes de maneira semi automática e perfeita.
Quarto, o 3D Color é fantástico e faz o PISA de modo semi automático com o volume do jato!!!!
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Como tempo é dinheiro, simulei no congresso um exame normal com os recursos acima.
Dá para fazer um exame completo e perfeito em menos de 10 minutos.
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Então dá par agendar uma rotina de 10 em 10 minutos sem peso na consciência?
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Pelo triplo do preço um exame na metade do tempo.
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Aí entra na conta a complexidade dos seus exames.
Caso sejam apenas de baixa complexidade e check up, não vale muito a pena.
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Caso sejam de média complexidade, o tempo de exame pode pender a balança a favor do 3D.
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Em caso de alta complexidade, vale muito ter um SC2000.
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Essa questão surge frequentemente.
Alguns de Campinas e outros do Dante afirmaram ser o 3D  pouco viável...
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Discordo!!
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Depende da complexidade e do volume do local.
E depende da experiência do examinador, pois quanto mais experiente, menos dependente da qualidade da máquina!
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Vejam na foto abaixo as medidas automáticas.
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O tempo pele-transdutor é reduzido de maneira significativa e torna viável a compra da máquina.
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Sem perder a qualidade.
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quarta-feira, setembro 05, 2012

Valva mitral fumando?



Às vezes somos brindados com imagens pitorescas nessa maravilhosa prática da Ecocardiografia.
A imagem acima saiu no JACC e realmente parece uma valva mitral "fumando".
Trata-se de uma estenose mitral com contraste espontâneo muito evidente...

terça-feira, setembro 04, 2012

Nós que amamos a vena contracta...


A vena contracta sempre pareceu um bom método para quantificar regurgitações, mas em modo 2D sempre teve as limitações inerentes ao método.
Agora com o 3D se firmando no horizonte, as limitações diminuirão sensivelmente. Cálculos mais precisos de orifício ou orifícios regurgitantes, vena contracta e quantificação de volume regurgitante vão ser uma realidade.
A queda de preços dessa tecnologia é inevitável, pode demorar mas vai ocorrer. Melhor nós ecocardiografistas estarmos prontos para absorvê-la...