sexta-feira, janeiro 07, 2011
quinta-feira, janeiro 06, 2011
ATEROSCLEROSE E CARÓTIDAS - MAIS EVIDÊNCIAS!
Tessitore, Elena MDa; Rundek, Tatjana MDc; Jin, Zhezhen PhDb; Homma, Shunichi MDa; Sacco, Ralph L. MDc,d; Di Tullio, Marco R. MDa
Background: Large aortic arch plaques are associated with ischemic stroke. Carotid intima-media thickness (CIMT) is a marker of subclinical atherosclerosis and a strong predictor of cardiovascular disease and stroke. The association between CIMT and aortic arch plaques has been studied in patients with strokes, but not in the general population. The aim of this study was to investigate this association in an elderly asymptomatic cohort and to assess the possibility of using CIMT to predict the presence or absence of large aortic arch plaques. Methods: Stroke-free control subjects from the Aortic Plaque and Risk of Ischemic Stroke (APRIS) study underwent transesophageal echocardiography and high-resolution B-mode ultrasound of the carotid arteries. CIMT was measured at the common carotid artery, bifurcation, and internal carotid artery. The association between CIMT and aortic arch plaques was analyzed using multivariate regression models. The positive and negative predictive values of CIMT for large (>=4 mm) aortic arch plaques were calculated. Results: Among 138 subjects, large aortic arch plaques were present in 35 (25.4%). Only CIMT at the bifurcation was associated with large aortic arch plaques after adjustment for atherosclerotic risk factors (P = .007). The positive and negative predictive values of CIMT for aortic arch plaque >= 4 mm at the bifurcation above the 75th percentile (>=0.95 mm) were 42% and 80%, respectively. The negative predictive value increased to 87% when the median CIMT value (0.82 mm) was used. Conclusions: CIMT at the bifurcation is independently associated with aortic arch plaque >= 4 mm. Its strong negative predictive value for large plaques indicates that CIMT may be used as an initial screening test to exclude severe arch atherosclerosis in the general population.
quarta-feira, janeiro 05, 2011
PARA ONDE VAMOS?
Rubenson, David MD, FASE
- Para o laboratório de estresse: na avaliação hemodinâmica em casos de doença da valva aórtica e mitral, para determinar possibilidade e o timing para a intervenção cirúrgica;
- Para o ambulatório de insuficiência cardíaca congestiva: otimização de dispositivos de ressincronização cardíaca, avaliação do estado fluido, e hemodinâmica.
- Para o cateterismo cardíaco e/ou laboratório de eletrofisiologia*:
* orientação da punção transeptal, ablação septal alcóolica, valvoplastia aórtica e mitral, pericardiocentese, biópsia do miocárdio, o fechamento de defeitos do septo atrial e ventricular, vazamentos paravalvres;
* excluindo trombo em átrio esquerdo;
* orientação e avaliação durante o implante da válvula percutânea, colocação de dispositivos para oclusão do apêndice atrial.
- Para a unidade de terapia intensiva e emergência: avaliação à beira do leito não-invasiva, orientação hemodinâmica em pacientes com quadro clínico grave.
terça-feira, janeiro 04, 2011
NESSE MATO PODE TER COELHO...


segunda-feira, janeiro 03, 2011
DIÁSTOLE SEGUNDO OS EUROPEUS

http://departamentos.cardiol.br/sbc-depeco/v2/publicacoes/revista/2009/Revista03/09-doppler.pdf
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REALMENTE BEM ELUCIDATIVA, CURTA, DIRETA E APLICÁVEL NA PRÁTICA DIÁRIA.
COMO JÁ DEFENDEMOS EM OUTRAS OCASIÕES, RELAÇÃO E/e´ E VOLUME ATRIAL TÊM DESTAQUE GARANTIDO NO ALGORÍTIMO.
sexta-feira, dezembro 31, 2010
FELIZ ANO NOVO!
quarta-feira, dezembro 29, 2010
terça-feira, dezembro 28, 2010
RECORDAR É PRECISO...

segunda-feira, dezembro 27, 2010
FLAIL = MANGUAL
Arma medieval que possui um cabo de tamanho médio e uma esfera metálica com espinhos pontiagudos ao cabo ligada por uma corrente. Isto eleva consideravelmente o alcance e o impacto da arma que com movimento semelhante ao nosso Flail Mitral, pode causar estragos de grandes proporções.
Por isso inspirou o nome da patologia valvar...
Abaixo bonitas imagens de um flail, captadas pelo professor José Roberto:
http://www.youtube.com/watch?v=bWBzsBSWbFw






sexta-feira, dezembro 24, 2010
FELIZ NATAL!

DOPPLER TECIDUAL PARA BRASILEIROS
quinta-feira, dezembro 23, 2010
ECOSTRESS INEFICAZ (????)
IIUniversidade Federal da Bahia (UFBA) e Hospital São Lucas - Aracaju, SE - Salvador, BA - Brasil
OBJETIVO: Avaliar o valor da ICT, em uma população idosa, no diagnóstico da DAC.
MÉTODOS: Foram estudados 3.308 pacientes, desses, 804 eram idosos (idade >65 anos) que se submeteram a ecocardiografia sob estresse pelo esforço físico (EEEF). Com base na freqüência cardíaca (FC) alcançada durante o teste ergométrico, subdivididos em dois grupos: G1 – 150 pacientes que não atingiram 85% da FC preconizada para a idade e G2 – 654 pacientes que conseguiram atingir. Os grupos foram comparados quanto a características clínicas, índice de contratilidade segmentar do ventrículo esquerdo (IMVE) e cineangiocoronariografia (CACG).
RESULTADOS: As características clínicas foram similares entre os grupos. O IMVE foi maior em G1 do que em G2, tanto no repouso (1.09 ± 0.21 versus 1.04 ± 0,15) quanto após esforço (1.15 ± 0.29 versus 1.08 ± 0.2) (p < 0,001). As anormalidades na contratilidade das paredes foram mais freqüentes em G1 do que em G2 (55% versus37%; p < 0,05), sugerindo que pacientes idosos com ICT apresentam maior freqüência de DAC. Realizou-se CACG em 69% das EEEF positiva para isquemia miocárdica. No G1, 91% dos pacientes com EEEF positivo para isquemia realmente eram portadores doença obstrutiva arterial coronariana (>50%) versus 84,5% em G2.
CONCLUSÃO: A ICT está associada à maior freqüência de alterações contráteis em população idosa e adiciona valor preditivo positivo à EEEF ao identificar pacientes com DAC obstrutiva. (Arq Bras Cardiol 2007;89(2):111-118)
TRABALHO INTERESSANTE DOS COLEGAS DA UFBA E UFS, VEM DE ENCONTRO AO OBSERVADO NOSSA EXPERIÊNCIA CLÍNICA, COM ECOSTRESS DE ESFORÇO (QUE JÁ PASSAM DE 20.000 REALIZADOS).
CONTAMOS NOS DEDOS DE UMA MÃO OS EXAMES POSITIVOS PARA ISQUEMIA QUE NÃO APRESENTARAM ALTERAÇÃO DE CONTRATILIDADE JÁ NO PRÉ-PICO, BEM ANTES DE CHEGAREM EM SUBMÁXIMA....
quarta-feira, dezembro 22, 2010
Recesso pessoal, mas não para o Blog EchoTalk.
Ausente até 15 de Janeiro, retornarei na segunda quinzena.
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Os números comprovam que o blog continua a ser uma ferramenta eficiente de comunicação entre os Ecocardiografistas e Cardiologistas.
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Já estive bem pessimista em relação ao futuro do método mas hoje acredito que a Ecocardiografia irá prosperar mesmo com as várias outras formas de diagnóstico.
Por que?
Porque somos dedicados, estudiosos e abertos às mudanças que a nossa época exige.
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Desejo a todos os leitores as melhores festas possíveis e o ano de 2011 repleto de saúde e ecocardiogramas!
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segunda-feira, dezembro 20, 2010
Ecostress em mulheres
Exercise Stress Testing in Women
Going Back to the Basics
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Both exercise stress echocardiography and SPECT techniques have limitations that are specific to women and must be taken into consideration. In exercise SPECT imaging, a false-positive test result can occur because of soft tissue attenuation due to either breast tissue or body habitus. Other gender differences in exercise SPECT may be explained by reduced left ventricular cavity size and smaller coronary arteries in women. Stress echocardiography may be limited by the variability in acoustic windows and the ability to capture images at the point of maximal stress. Despite these limitations, both the diagnostic accuracy and prognostic value of stress SPECT and stress echocardiography exceed those of exercise ECG alone, with no significant differences between men and women.
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Diagnostic Value
Exercise stress echocardiography has a higher specificity and sensitivity than exercise ECG alone, increasing the specificity and sensitivity to 81% to 86% and 80% to 88%, respectively, for diagnosis of obstructive coronary disease in symptomatic women.
There has been no direct comparison of the diagnostic ability of exercise SPECT and exercise echocardiography. In a systematic review of the literature of exercise testing with imaging that included women, the results of 10 studies in which SPECT was used and 4 studies in which echocardiography was used were combined. There was no difference between exercise SPECT and exercise echocardiography in the sensitivity (77% and 81%, respectively) and specificity (63% and 73%, respectively) for the diagnosis of CAD in women.
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Although these imaging modalities have not been compared directly, it appears that exercise stress echocardiography and SPECT have similar prognostic value in the prediction of cardiac events and death in women. In a meta-analysis of exercise echocardiography and SPECT imaging by Metz et al, both exercise imaging modalities had the same NPV in women (99% versus 98%, respectively), which was similar to our findings in men. The authors suggested that the use of either imaging modality was appropriate for either gender, and the choice of test should depend on the experience and cost at individual institutions.
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Bom, é isso.
Use o tradutor acima se tiver dificuldades com o Inglês.
Mas o assunto está encerrado.
São iguais e um deles é mais barato e rápido!
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A avaliação funcional das estenoses é a melhor opção e se paga.
Economic Evaluation of Fractional Flow Reserve–Guided Percutaneous Coronary Intervention in Patients With Multivessel Disease
